Abgailfreitas's Blog

Indisciplina

                           INDISCIPLINA NA SALA DE AULA

Abgail de Aguiar Bezerra Freitas*(2010)

                                         INTRODUÇÃO

Este tema tem sido um dos grandes desafios do educador na atualidade. Certamente uma das molas que impulsionam o baixo rendimento escolar.  As crianças estão dentro da sala de aula, mas a sala de aula não entra em seu mundo. A Indisciplina tem ocupado um espaço crescente na rotina escolar. Conquistar a turma, criar um ambiente propício a aprendizagem nem sempre depende de grande volume de conhecimento e boas intenções do professor. É necessário mais do que isso. Podemos passear pelo campo da comunicação eficiente, a utilização de uma fala que seja construtiva, a influência da sociedade, a carga cultural que cada aluno carrega, a ausência da família, as imposições do sistema, as formações adequadas dos professores, porém, no final fica sempre entre o professor e o aluno. É necessário resgatar o professor como alguém que tem em mãos a oportunidade de transformar o aluno. A situação é complexa, pois o professor precisa de cuidados, porém, deve ser chamado às suas responsabilidades, a assumir a parte que lhe corresponde. O que  fazer então para ter controle diante de situações de indisciplina? Apontaremos aqui, algumas tendências e preocupações que precisam ser revertidas.

ANÁLISE DA REALIDADE

É comum ouvir de professores queixas em relação à indisciplina. Em entrevista feita  com alguns professores da rede, ouviu-se o seguinte relato:

  • Os alunos não prestam atenção à aula, ficam o tempo todo conversando.
  • O aluno depois de interrogado pelo professor, diz que “não está nem ai” para a atividade proposta.
  • O aluno desrespeitou o professor e lhe deu uma resposta grosseira e irônica.
  • A família não acompanha os estudos do aluno.
  • Os pais são coniventes com o mau comportamento do filho e se desculpam dizendo que não sabem mais o que fazer.
  • Eles recebem muitos estímulos tecnológicos e na hora da aula, perdem o interesse.
  • O aluno se comportou mal e o professor o expulsou da sala de aula.
  • A família é violenta com o aluno e o mesmo reproduz o que vive em casa.
  • Do jeito que acontece nos filmes violentos que eles assistem, querem agir na sala de aula.
  • O aluno recebeu a prova e alterou a nota para mostrar para os pais, com medo de apanhar.
  • Os alunos não têm limites em casa e quando chegam a escola, o professor não consegue dominar pois tem outros pra cuidar.(Educação Infantil).
  • O aluno fala muito palavrão e “xinga” o professor o tempo todo. (Educação Infantil).

Pelas falas dos professores podemos perceber que o problema da indisciplina está ligado a várias outras questões, por isso não se pode tratar da indisciplina isoladamente. Percebe-se também que o foco das queixas se concentra no comportamento do aluno ou na família, nunca na metodologia utilizada em sala de aula. Segundo IÇAMI TIBA (2006),  “Como em qualquer relacionamento humano, na disciplina é preciso levar em consideração as características de cada um dos envolvidos – no caso, professor e aluno – além das características do ambiente” .

Não se pode esperar a solução para a indisciplina como um passe de mágica. Pensar assim é esperar que a solução parta do outro. A cultura de receber tudo pronto, faz com que o professor se isente desse processo, lançando o olhar  para os problemas externos, esquecendo-se que ele é parte intrínseca do mesmo e tem grande responsabilidade dentro deste. Hoje em dia, a maioria dos professores recebe uma proposta de trabalho pronta, um livro didático pronto com todas as atividades preparadas, e o que é pior, as atividades já vêm respondidas, não deixando espaço para a pesquisa do professor. Da mesma forma espera receber solução para os problemas de disciplina buscando saída na direção, quando manda um aluno para a secretaria, mostrando ao mesmo que ele não tem condições de cuidar dele, ou quando entrega o problema para a família resolver, demonstrando  que não é capaz de educar o aluno e não foi preparado para isso.

O imediatismo que o mundo apresenta é outra questão a ser apreciada. Tudo se dá rápido demais. A tecnologia existe em função da velocidade em resolver problemas e facilidade em conseguir o que se deseja. Dessa forma, o professor  espera que a solução dos problemas de indisciplina aconteçam rapidamente, a partir de  uma conversa com os pais, ou de uma atuação mais firme por parte da direção, porém as mudanças  de comportamento não ocorrem tão rápido como  num estalo de dedos, mas durante um processo considerado complexo e lento. Assim, o professor acaba assimilando a idéia de que não pode resolver o problema sozinho, de que não tem forças e nem mecanismos para isso e que a solução está fora dele. Muitas vezes assume a postura de autodefesa, não por ser relapso, mas por se sentir incapaz de lidar com o problema. E de onde vem essa idéia? Quem sabe do fato de que o ser humano é produto do seu passado, e o professor de hoje vive uma realidade diferente da que ele vivenciou como aluno. O mundo mudou, a tecnologia avançou. Hoje há alunos que dominam jogos interativos e o PC com muita facilidade. Essa prática desperta um grande potencial e torna as crianças mais ativas. O professor por sua vez, continua limitado. Enquanto a criança explora tudo que o mundo lhe oferece, ele fica preso, por condições que muitas vezes são alheias a sua vontade. Uma boa parte precisa trabalhar 40 ou 60 horas por semana acabando por alienar-se dentro da sua própria rotina. Então vão para a sala de aula e ligam o piloto automático. Porém, para combater a indisciplina, faz-se necessário sair do “piloto automático” e ter uma postura reflexiva, de busca e compromisso com a educação.

BUSCANDO A  RAIZ DO PROBLEMA

Em primeiro lugar deve-se identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos, suas reações diante de determinadas situações, conhecer o histórico do aluno, conhecer a realidade em que vive. Por trás de uma personalidade agressiva podem existir problemas psíquicos ou familiares. Outro fator importante que merece atenção é o nível de leitura da criança. Há crianças que não se interessam pelos estudos porque simplesmente não conseguem compreender o que lêem, acham as aulas chatas, sem atrativos, cansativas, por isso, preferem provocar o professor, e esse por sua vez, se aceita a provocação, cria um clima de conflito, envolvendo todos os alunos.

As condições físicas e o ambiente em que se encontram também devem ser contados como fator que pode desencadear um comportamento aversivo ao estudo. Salas abafadas, quentes, mal cheirosas incomodam tanto adultos como crianças. O professor deve estar atento para esses pontos e principalmente se a rotina escolar é repetitiva e cansativa. Crianças têm muita energia e precisam de um mecanismo que faça com que elas a utilizem  de forma construtiva.

As crianças têm limites de tempo de concentração. O quadro abaixo, extraído do livro Pedagogia da Cooperação, de Frank Viana (2003), mostra o tempo de atenção dos alunos durante uma aula expositiva:

Tempo de Exposição Percentual dos ouvintes com atenção concentrada Número de alunos com atenção concentrada durante toda a aula Número de alunos que se desconcentram ou desatentos
10  minutos 100% 38
11  minutos 96% 37 1
12  minutos 92% 35 3
15  minutos 80% 31 7
20  minutos 58% 22 16
25  minutos 50% 19 19
30  minutos 42% 16 22
40  minutos 28% 11 27
50  minutos 10% 4 34

*Pesquisa realizada por William Green na América do Norte

Segundo Philip Yancey (apud. SCHEFFEL,2010), um dos propósitos da música de Bach  era “recrear a mente”. Isso mostra que a mente realmente precisa de tempos de relaxamento. Atividades muito longas e cansativas que exijam muita concentração podem desmotivar o aluno. A postura do professor de ser “dador” de aula diminui as respostas na aprendizagem. As pessoas são diferentes e aprendem de diferentes maneiras, por isso, é interessante que as estratégias utilizadas pelo professor sejam alternadas, ritmadas e com recursos didáticos variados, sempre respeitando o tempo de atenção concentrada dos alunos.

A família tem uma parcela importante na formação da criança. Na atualidade, a rotina familiar é desgastante. A maioria dos pais trabalha fora de casa e em tempo integral. Os papeis estão invertidos. Algumas deixam a responsabilidade de educar seus filhos a cargo de uma babá, da televisão, ou exclusivamente da escola. Não porque queiram e sintam prazer nisso, mas pela necessidade de sobrevivência. Os pais não sabem mais como educar seus filhos.  Cris Poli (2006) comenta em seu livro que “ouve comentários e presencia cenas que chegam à beira da insanidade: famílias xingam-se constantemente, não há respeito, filhos gritam com a mãe e desmandam o pai.” Dorothy Law Nolte (apud DRESCHER,2000 ) afirma que as crianças aprendem o que vivenciam; “…Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar. Se são tratadas com tolerância, aprendem a ser pacientes…”. Todos esses desencontros familiares refletem no comportamento da criança na escola. A família precisa ser parceira da escola na educação das crianças e a escola parceira da família. Uma interpretação fechada um do outro dificulta a comunicação entre ambos. Para Szymanski (2010), “Uma condição importante nas relações entre família e escola é a criação de um clima de respeito mútuo – favorecendo sentimentos de confiança e competência – tendo claramente delimitados os âmbitos de atuação de cada um.

Outro ponto que pode ser considerado como raiz da indisciplina são crianças hiperativas que precisam de atividades especiais e em alguns casos, tratamento, pois como afirma Ana Beatriz B. Silva (2009) a criança hiperativa “em ambientes fechados, mexe em vários objetos ao mesmo tempo, derrubando grande parte deles no ímpeto de checá-los simultaneamente. São crianças que costumam receber designações pejorativas como: bicho-carpinteiro, elétricas, desengonçadas, pestinhas, diabinhos, desajeitadas.”O professor tem a responsabilidade de trabalhar de forma diferenciada com elas, e de forma alguma, rotulá-las. A energia dessas crianças pode ser para elas um grande incômodo principalmente se elas têm que se adequar ao ritmo das outras crianças.

Podemos entender que as crianças se comportam mal porque estão entediadas, ou não se sentem queridas, ou até mesmo porque isso faz com que se sintam notadas. Alguma razão elas têm para se portarem com indisciplina. Cabe ao professor e sua equipe, investigar até encontrar o ponto chave. É importante observar também que diante desse quadro, o professor  tem a oportunidade de  atuar de forma significativa e que muito do que ele fizer determinará  mudanças no comportamento dessas crianças

AUTORIDADE COM ASSERTIVIDADE

O professor tem muito poder. Talvez mais do que ele imagine. Para o aluno, o professor é o exemplo de valores e atitudes relacionadas com o aprendizado. O aluno vê o professor como um modelo, quem sabe até como um super-herói. Quando esse super-herói o desaponta, ele se rebela contra ele. Não importa a idade do aluno, o mau relacionamento entre os dois pode causar um grande estrago. Por outro lado, a comunicação adequada, aproxima os dois.  Em seu livro Como Falar para o Aluno Aprender, ”Adele Faber…[et al.],(2005) coloca situações em que a fala do professor influencia no comportamento do aluno e afirma que “O professor que direciona forças para a busca conjunta de ações criativas mostra que a melhor resposta às dificuldades é enfrentá-las como equipe unida em vez de adversária, e que o aluno é parte da solução e não do problema”.

A maior força do professor está em sua postura em sala de aula. Para aprender a respeitar, é preciso que o aluno seja respeitado. Se não recebem atenção, não prestam atenção. Quando as crianças se sentem bem, se comportam bem e se dispõem ao aprendizado, ao contrário, se estão aborrecidas, não conseguem absorver novos conhecimentos. As crianças precisam aprender a viver em sociedade com alguém que saiba viver em sociedade. Algumas atitudes do professor, por vezes passam despercebidas. Apontar continuamente suas falhas, dizendo que ela é peralta, ou “danada”, ignorando suas boas atitudes e dando atenção às suas atitudes desordenadas, reforça em sua personalidade a indisciplina. Não é o que o professor diz, mas como ele diz que vai fazer a diferença. Tudo que a criança ouve de um adulto pelo qual ela tem admiração fica guardado e pode ser impregnado a sua personalidade.  Se o professor quiser trabalhar com a mente do aluno liberando-a para pensar e aprender, é preciso lidar com suas emoções com respeito. Crianças não são animaizinhos sem sentimentos. Crianças ouvem, observam, distinguem bem os adultos capazes e incapazes de compreendê-las.

Anos atrás, no tempo em que o sistema tradicional exigia do aluno um comportamento quase militar, se ocorresse casos de indisciplina os professores se valiam dos castigos, muitas vezes castigos físicos que marcavam a criança pela vergonha que passavam diante dos colegas e que em nada contribuíam para o aprendizado. Elas se comportavam bem na sala de aula por medo e não por serem conscientes das suas necessidades e obrigações como estudantes. Ainda hoje, há um pouco dessa didática rançosa.

Autoridade vem sendo confundida por muitos com autoritarismo. Se antes havia castigos físicos, agora existem punições implícitas como a chantagem com a nota. Segundo ARAÚJO (1999) a autoridade pode ser exercida de duas formas: pelo domínio ou pelo poder institucionalizado ou pelo prestígio daquele que demonstra possuir competência em determinado assunto. James HUNTER (2004) afirma que autoridade envolve a habilidade de levar outros a fazerem – de bom grado – sua vontade, ela é a essência da pessoa e está ligada ao seu caráter. Dizer aos alunos, faça isso, faça aquilo, pode funcionar por algum tempo, mas se o professor fala de maneira autoritária, os relacionamentos serão deteriorados e com o passar do tempo, terá de volta alguns sintomas desagradáveis dos alunos.

Autoridade com assertividade requer atenção para vários elementos importantes como: contato visual com o aluno, expressão facial, tom de voz, gestos, saber escutá-lo, enfim, procurar estabelecer uma sintonia fina com o aluno de modo que esse corresponda positivamente. Objetividade e firmeza também fazem parte de um comportamento assertivo. As crianças vistas como indisciplinadas podem estar desmotivadas por “n” razões. É preciso realmente uma investigação adequada para se encontrar possíveis soluções.

ALGUMAS DICAS QUE PODEM AJUDAR

°         Cumprir o que falar e não falar nada que não possa cumprir.

°         Se fizer algum combinado com os alunos, cumpra-os você também. Não há coisa pior que um conselho seguido de um mau exemplo.

°         Se o aluno percebe que quebrou uma regra combinada e não houve atenção do professor, ele vai tornar a fazê-lo. Eles testam o professor a cada momento na sala.

°         Algumas turmas são controladas pela rotina diária. É importante informar aos alunos cada etapa dessa rotina. Se são momentos de estudo, se momentos de lazer ou de trabalho manual. O aluno deve aprender a respeitar cada um e saber que chegará o momento que ele mais gosta em determinado tempo.

°         Quando falar com a criança, olhe nos olhos dela. Não fique gritando de longe: menino desce daí… menino pára com isso… Não dê qualquer instrução até que ele olhe pra você.

°         Ser claro ao falar. Falar a linguagem que a criança entende e se possível, associar a algo que ela já conheça.

°         Sempre chamar a criança pelo nome, nunca pelo apelido, mesmo que esse seja carinhoso.

°         Se a criança não obedecer, repita o que você quer dela. Nunca discuta, ou diga na frente dela que não sabe mais o que fazer.

°         Ficar bravo com a criança é sinal de insegurança do professor. Mostra que perdeu o domínio da situação e já está apelando.

°         Se solicitar algo da criança, fique por perto, observando se foi cumprido o requisito, e se ela cumprir, não fique eufórico, apenas afirme com as palavras, muito bom, ou bom.

°         Não expulsar a criança da sala. Ser excluída já é comum na vida dela. Uma vez mais, não vai fazer diferença. Ouvir cantilenas, também já está acostumado. Se quiser impactar a criança faça algo que ela não espera: cuide dela.

°         Dê responsabilidades para a criança e mostre confiança nela.

°         Nunca permita que crianças inquietas sentem no fundo da sala. Quanto mais perto estiver mais controle você vai ter de suas ações.

°         Não faça para os alunos o que eles mesmos podem fazer.

°         Planeje suas ações. O aluno é muito vivo, percebe quando o professor está despreparado, e com freqüência  aproveita a situação para deixar fluir sua criatividade motora.

°         Caminhe pela sala. Cerque os alunos com sua presença. Ficar sentado ou limitado a uma mesa dá a sensação de descuido. Crie uma proximidade com o aluno.

COMENTÁRIOS FINAIS

A Etimologia da palavra Disciplina (Wikipédia, Abril de 2010) associa-se ao de discípulo, que quer dizer “aquele que segue”.  Podemos entender que disciplinar é como fazer discípulos. Por esse conceito, é ponto de grande apreensão a postura do professor em sala. Em seu livro,  Howard Hendricks (1991) conta uma história que vale a pena repassar. Todos os dias quando se dirigia para o serviço, em tempos de faculdade, às 05h30min da manhã, passava perto da casa de um de seus professores, e todos os dias invariavelmente via o clarão de sua lâmpada de mesa acesa, e quando ficava na biblioteca até tarde, por volta das 22h30min e 23h00min, sempre via a lâmpada acessa. Certo dia teve a oportunidade de conversar com esse professor  e indagou-lhe por que estava sempre estudando. A resposta que ele lhe deu refletia o que ele era como professor. Disse-lhe que estudava muito porque queria que seus alunos bebessem das águas correntes de um rio, não da água estagnada de uma lagoa. Ele era um dos melhores professores da escola.

O crescimento pessoal do professor vai fazer grande diferença em sua prática. Com conhecimento e a didática adequada, os problemas de comportamento podem ser minimizados. A criança necessita de referências e de orientação. O que ela espera é um impulso para começar a pensar. É importante que alguém tome essa posição, e esse alguém pode ser o professor.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

POLI, CRIS – Filhos Autônomos, filhos felizes.  São Paulo: Editora Gente, 2006.

FABER, ADELE…[et al.] Como falar para o aluno aprender. São Paulo: Editora Summus, 2005.

SZYMANZKI, Heloisa – A relação família/escola – desafios e perspectivas. Brasília: Editora Líber Livro, 2010.

SILVA, Ana Beatriz B. Mentes Inquietas: TDAH: desatenção, hiperatividade e impulsividade. Rio de janeiro: Editora Objetiva, 2009.

CARVALHO, Frank Viana – Pedagogia da Cooperação – São Paulo: Editora UNASPRESS, 2003.

TIBA, Içami – Disciplina, limite na medida certa – São Paulo: Editora Integrare, 2006.

HENDRICKS, Howard – Ensinando para transformar vidas – Editora Betânia, 1991.

HUNTER, James C. – Como se tornar um líder servidor – Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2006.

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*Pedagoga, Pós Graduada em Docência do Ensino Superior, Gestão, Orientação e Supervisão Escolar. Integrante do Grupo Base de Porto Franco – MA.

 

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