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julho 2, 2010

INDISCIPLINA/ROSANA

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 7:29 pm
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INDISCIPLINA

ROSANA CARVALHO MATOS (2010)

Introdução

Sabe-se que tudo o que vamos fazer deve haver limites, pois da maneira que as crianças agem ultimamente, elas irão crescer sem saber como e pra quê cuidar dos bens que os seus pais estarão lhes deixando. Muitos não obedecem a seus pais, agindo de forma estúpida e até mesmo desrespeitando-os, isso é um caso sério. Se pararmos para pensar, teremos a conclusão de que agindo dessa forma, crianças e adolescentes irão decair ao invés de crescer em meio à sociedade.
Mas, surge uma pergunta: “E se essa situação for revertida, há solução?” Devemos sim ser otimistas e não desistir nunca. Agir com sabedoria e leveza é um dos quesitos que farão de nossas crianças hoje, os melhores cidadãos do futuro.
Saber discipliná-los é uma tarefa que requer paciência, pois a criança saberá ouvir, se a mesma tiver espaço para falar. Também agirá com educação e alegria, se tiver momentos de conforto e carinho, pois o respeito é uma dádiva tanto dos filhos quanto dos pais, tanto do professor quanto dos alunos, enfim, tanto da criança quanto do adulto. Basta apenas que saibamos educá-los com amor.

INDISCIPLINA NO AMBIENTE ESCOLAR

A escola deveria ser um ambiente harmonioso, favorável ao desenvolvimento das atividades de aprendizagem, mas, infelizmente não é. Isso ocorre devido à chamada indisciplina escolar que desde tempos atrás tem interferido nessa harmonia. São vários os fatores que levam à ocorrência da mesma, dentre eles podemos destacar a falta de adequação do ambiente, seja estruturalmente ou psicologicamente.
Esse fator destacado acima tem agravado a intolerância na sala, pois uma escola que apresenta classes barulhentas, escuras, ou sem condições de acomodar todos os estudantes leva à ocorrência da indisciplina. Um ambiente desapropriado estruturalmente acaba desmotivando os alunos, levando-os assim a agirem de tal forma.
O espaço dentro da escola também influencia e muito. Algumas escolas não têm tempo de recreação, assim os alunos passam o tempo todo dentro da sala e não tem como gastarem suas energias. Isso também pode ser um dos quesitos que geram a indisciplina. Porém, esse não é o fator mais culminante para explicar atitudes antiéticas. Muitas vezes, a indisciplina é um instinto do ser humano, e a qualquer momento ela desperta devastamente a nossa forma de agir.
Porém, um ambiente no qual o psicológico do grupo se apresenta de forma desordenada também pode atrapalhar a harmonia do ambiente. Fatos como greves, desavenças entre professores e alunos também podem causar grandes transtornos, uma vez que dificultam o aprendizado fazendo com que os alunos se aproveitem da situação para transgredir as regras impostas pela instituição.
Sendo assim, a solução mais cabível seria a melhoria da condição da instituição, tanto em sua estrutura física quanto psicológica, procurando medidas que venham a combater este mal que vem ganhando espaço dentro das salas, nos tempos de estudos.
Como destaca Vasconcellos (2004): “a criança precisa ter espaço de expressão, para sentir que a escola também é sua, que é sujeito.” Ou seja, o professor deve ser um mediador que garanta segurança, confiança, respeito, encorajamento e que seja a favor da participação das crianças em sala.
As condições físicas da escola deve ser no mínimo o ambiente mais agradável, assim, a criança terá um melhor desempenho nas atividades que o professor propõe. Salas quentes, menos arejadas, pequenas e com maus cheiros irá incomodar a criança e com certeza ela irá preferir ficar fora da sala. É aí que o professor deve ter atenção e bolar estratégias que possam ajudar no aprendizado do aluno. Pois, fora da sala também há possibilidades de se aprender. Nós como professores, devemos sempre está buscando e nos inovando para não fazer da rotina diária algo repetitivo, pois tudo que se repete, um dia cansa e sabemos que crianças têm bastante energia, cabe a nós auxiliá-las para que a aproveitem de forma significativa e construtiva.
Destaca-se ainda outro fator que pode gerar a indisciplina. Crianças cheias de energia, hiperativas e agitadas precisam de atividades mais que especiais. Ana Beatriz B. Silva (2009) afirma que:
“A criança hiperativa em ambientes fechados, mexe em vários objetos ao mesmo tempo, derrubando grande parte deles no ímpeto de checá-los simultaneamente. São crianças que costumam receber designações pejorativas como: bicho-carpinteiro, elétricas, desengonçadas, pestinhas, diabinhos, desajeitadas.”

Eu considero que o professor como gestor responsável, deve procurar maneiras adequadas e diferenciadas para trabalhar com essas crianças e não excluí-las. A energia delas pode ser um incômodo para elas mesmas, pois elas poderão achar que devem agir como os demais alunos (quietinhos). Porém, sabemos que não é o aluno que tem que se adequar ao ritmo do professor e sim o professor que deve adequar-se ao ritmo do aluno, seja ele quieto ou não.
A motivação ajuda a superar a indisciplina, quanto mais os alunos são motivados, mais eles sentem necessidade de mudar o seu comportamento. Se o aluno é tratado bem, com respeito, elogios e bondade ele sente-se motivado e o seu progresso tende só a melhorar. DEMO (2007) salienta que:
“Uma parte da indisciplina provém do desinteresse que a escola motiva, em grande medida porque não sabe ler a realidade em mudança.”

INDISCIPLINA NA SALA

Hoje em dia, este assunto é de grande preocupação para o educador. É uma das ferramentas que afetam e muito a aprendizagem dos alunos. A indisciplina tem se tornado presente na prática constante dos tempos te estudos. Muitos professores fazem de tudo para transformar a sala em um ambiente favorável, para que dessa forma os alunos obtenham uma aprendizagem significativa. Mas, é necessário muito mais, não é só fazer do ambiente um lugar agradável e sim propiciar aos alunos um diálogo eficaz, usar sempre uma fala edificadora, observar a bagagem cultural que cada um transporta. A ausência e atenção da família e também se o professor tem as formações adequadas para trabalhar no ambiente escolar e souber transformar o aluno.
Em muitas escolas se ouvem de professores várias queixas relacionadas à indisciplina dos educandos, dentre elas: o desrespeito, a falta de atenção nos tempos de estudos, a frase mais frequente que os alunos costumam dizer “Eu não estou nem aí” para as atividades que muitas vezes são preparadas com muito carinho. Eu mesma me entristeci muito no início do ano, quando os alunos não queriam de jeito nenhum fazer as atividades propostas e só queriam correr à tarde inteira, hoje vejo minhas crianças como pessoas educadas e me sinto como uma vencedora de poder contribuir de alguma forma para a melhoria de vida destas crianças.
Como diz CLÁUDIA FRANÇA, (2010, on line):
Muitas vezes, a indisciplina pode ser um indício de alguma carência do aluno como, por exemplo, a falta de compreensão do conteúdo, que ocasiona a falta de interesse para estudar e continuar prestando atenção nas aulas.”

Muitas vezes os alunos não prestam atenção nos tempos de estudos, conversam o tempo todo enquanto a professora faz de tudo para chamar sua atenção. Será se isso acontece por que a professora não está sabendo conduzir bem a proposta de trabalho? Ou é o aluno que é mal comportado? Esse caso precisa ser bem estudado, se o professor faz seu planejamento e no dia que está colocando em prática suas ações, a maior parte da turma estão conversando, dispersos, não estão nem aí para o que o professor diz, dessa forma cabe ao educador se auto avaliar e rever novos métodos que possam prender os alunos na sala, “prender”, não no sentido de “prender animais” e sim propiciar a eles uma aprendizagem de qualidade. Porém, se um ou dois estão bagunçando, o professor deve saber trabalhar estes dois. Conversando, buscando saber a origem de onde veio e o que fazia no passado. Assim, estes alunos poderão confiar em seus professores, chegando a ter não medo e sim respeito para com os mesmos.
Segundo IÇAMI TIBA (2006):
“Como em qualquer relacionamento humano, na disciplina é preciso levar em consideração as características de cada um dos envolvidos -no caso, professor e aluno- além das características do ambiente”

Ou seja, não se deve jamais jogar a culpa no outro, pois muitas vezes o professor coloca culpa na família pela má educação do filho, outras vezes coloca a culpa no próprio aluno, chegando a dizer: “ Esse menino não quer nada da vida, não sei o que vem fazer na escola”, porém, não procura soluções que faça com que o aluno avance, pois sabemos que a indisciplina é um caso sério e não se resolve da noite pro dia, é um processo demorado que requer muita paciência.
Entretanto, o educador deve ir atrás para saber o problema, o porquê os alunos agem de forma descontrolada. O primeiro passo é identificar a causa da indisciplina. Verificar como os alunos agem. Procurar conhecer o passado do mesmo e a realidade em que vive. Pois, muitas vezes agem de forma rebelde e agressiva por estarem passando por problemas familiares, outras vezes só querem chamar atenção. É aí que o professor deve se conscientizar e saber como tratar este aluno, pois se ele já traz problemas de casa, o mínimo que ele vai querer quando chegar na escola é ser tratado com carinho e ter alguém que o acolha como se fosse um filho.
Pois, Vasconcellos (2004) afirma que:
“Os alunos que apresentam problemas de disciplina precisam de uma ação educativa apropriada: aproximação, diálogo, investigação das causas, estabelecimento das causas, estabelecimento de contratos, abertura de possibilidades de integração no grupo, etc. e no limite, se for preciso, a sanção por reciprocidade, qual seja uma sanção que tenha a ver com o comportamento que está tendo (p.116). “

A indisciplina é um dos problemas que não deixa os alunos aprenderem, é de suma preocupação do professor e da escola. São várias as causas que se pode chegar a um aluno indisciplinado e dificilmente se chega à conclusão deste problema.
Primeiramente, deve-se ver de onde é originada a questão da indisciplina, a partir daí se torna possível conhecer os motivos que levam os indivíduos a se comportarem de forma inadequada. Antes de julgar qualquer aluno, é necessário verificar a realidade da família, o social, o psicológico, a escola e muitos outros.
FANTE (2006), sugere que:
“alunos inseguros e carentes sentem necessidade de chamar atenção para si e pertencer a um grupo, utilizando como meio comportamentos considerados inadequados ou indisciplinados”.

A meu ver, os alunos indisciplinados muitas vezes agem dessa forma por que querem aparecer, mostrar que existem ou chamar atenção. Outras vezes, só querem ser ouvidos por alguém, agindo de maneira bruta e rebelde.

INDISCIPLINA: FAMÍLIA, ESCOLA E SOCIEDADE

É no ambiente familiar que a tolerância predomina. Nele o filho consegue absorver a indisciplina para que adiante possa conviver com harmonia na sociedade que o cerca. As regras impostas por pais e professores devem ser exigidas para que seus filhos e alunos as guardem dentro de si. A constituição conta com a educação recebida pelos familiares dos alunos para que eles possam se adequar no meio comunitário. No ambiente escolar o aluno vai ao encontro das novas regras assumindo assim maiores responsabilidades e o não cumprimento das mesmas pode gerar inúmeras conseqüências.
Já a sociedade não ensina, ela somente cobra as regras que devem ser obedecidas para que os cidadãos possam estar preparados suficientemente para se adequarem as mesmas. As leis da sociedade estão escritas e o não cumprimento delas leva às punições, as quais as regras conservadas da família e da escola já não possuem nenhum valor significativo perante a sociedade.
Como ficou nítido, a indisciplina está presente constantemente no nosso cotidiano. Nos mais variados lugares (família, escola, igreja, sociedade…) influenciando negativamente a qualidade de vida de todos. Acabar definitivamente com a mesma é uma tarefa bastante complicada, porém diminuí-la em proporções gigantescas está ao nosso alcance. Se cada um de nós fizer sua parte, o planeta ostentará propriedade eterna.
CRIS POLI (2006) comenta que:
“ouve comentários e presencia cenas que chegam à beira da insanidade: famílias xingam-se constantemente, não há respeito, filhos gritam com a mãe e desmandam o pai”
É isso que acontece com famílias que são destruturadas, pais não impõem limites aos filhos e quando se dão conta, os mesmos já estão mandando nos próprios pais, desrespeitando-os e agindo de forma que eles não conseguem mais controlar os próprios filhos.
Muitas vezes as crianças agem assim por verem a realidade dentro da própria casa, elas aprendem o que vivenciam, é como diz Dorothy Law Nolte (apud Drescher, 2000):
Se as crianças convivem com a hostilidade, aprendem a brigar. Se são tratadas com tolerância, aprendem a ser pacientes. Se as crianças convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito. Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas. Se as crianças vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.”

É isso mesmo que acontece com crianças que presenciam estes fatos, existem muitas que são tímidas e acham que é um defeito de si mesma, mas elas se tornam tímidas pelo fato das pessoas agirem de tal forma: agindo com estupidez e ridicularizando-as quando as mesmas fazem algo de errado, sendo que, agindo de maneira contrária, ou seja, incentivando-as a fazerem melhor, elas irão sim crescer com outra visão.
A família e a escola devem unir-se e manter uma relação mais afetiva uma com a outra. Pois a escola não vive sem a família e a família não consegue viver sem a escola, ambas devem estar se interagindo uma com a outra para o melhor desempenho dos filhos/alunos, tanto em casa quanto na escola. Nesse sentido IÇAMI TIBA (1996) afirma que:
“O ambiente escolar deve ser de uma instituição que complemente o ambiente familiar do educando, os quais devem ser agradáveis e geradores de afetos. Os pais e a escola devem ter princípios muito próximos para o benefício do filho/aluno”
A família tem se mostrado presente nas reuniões feitas pela direção da escola. Antes a família culpava muito a escola pelo mau andamento dos filhos. Com o decorrer dos anos, a escola, a família e a sociedade estão se conscientizando de que a educação para ser nítida, deve haver sim essa interação. A escola deve ser mais participativa para despertar nos educandos a vontade de aprender a aprender. O que mais se vê, é a escola reclamando da ausência dos pais no acompanhamento dos filhos, pois assim ficará difícil que a aprendizagem seja significativa. O aluno deve sim ser acompanhado pelos pais em qualquer atividade escolar. É dever dos pais estarem presentes em todos os momentos da vida dos filhos.
Existem alunos cujo suas atitudes de indisciplina vão muito além das forças do professor. Porém, este professor tem que averiguar e tentar encontrar soluções para estes problemas. O professor sozinho talvez não consiga desvendar tais mistérios, é preciso que toda a coordenação da escola e a família se tornem aliadas para conseguir solucioná-los. A escola deve ter um psicólogo para está conversando e orientando tanto o aluno quanto o professor, sabemos que o professor é um pouco de tudo, mas nesse caso um psicólogo escolar é de suma importância. Quando a escola não tem estes recursos é importante lembrar que tem outras instituições na comunidade que podem ajudar tais como: conselho tutelar, assistência social, isso se for realmente necessário, pois sabemos que a educação é interesse de todos. Tal como define TORRES (2003, p. 83):

“Uma comunidade de aprendizagem é uma comunidade humana organizada que constrói um projeto educativo e cultural próprio para educar a si própria, suas crianças, seus jovens e adultos, graças a um esforço endógeno, cooperativo e solidário, baseado em um diagnóstico não apenas de suas carências, mas, sobretudo, de suas forças para superar essas carências.”

Cito aqui algumas dicas que são imprescindíveis para ajudar a questão da indisciplina:
 Tudo que se combinar com os alunos, é necessário cumprir.
 Sempre falar com a criança olhando diretamente nos olhos.
 Ser translúcido, ou transparente ao falar. A criança entende melhor quando se fala na mesma língua dela.
 O professor nunca deve ficar sentado na mesa, o mesmo deve andar pela sala mostrando proximidade com os alunos.
 Não permitir que os alunos mais inquietos sentem no fundo da sala, é melhor que eles sentem na frente, para se ter um melhor controle de suas ações.
 O professor deve planejar-se sempre. Seus planejamentos devem ser bem elaborados para assim serem bem passados e chamar a atenção dos alunos nas atividades propostas.
 Nunca gritar com a criança, assim mostrará que você perdeu o controle e está agindo como ela.
 O professor deve ter autonomia e ter autoridade com assertividade.
 Nós somos espelhos para os alunos, sendo assim, devemos manter a clama e ser serenos com os mesmos.
 Não excluir os alunos indisciplinados.
 Sempre está inovando, e motivando os alunos nas atividades propostas.
 Não elaborar tempos de estudos muito longos, pois assim deixará o aluno cansado. Mas sim fazer com que ele se envolva e aprenda de modo divertido.
 Envolver o aluno hiperativo em todas as atividades propostas.
 Não reclamar com a criança a público, assim ela irá ficar constrangida e envergonhada.
 Sempre está participando aos pais o comportamento destes alunos.
 Dê responsabilidade para a criança, assim ela irá se sentir importante, e claro que é.
 Sempre ouvir o que a criança tem a dizer, pois a mesma pode se sentir sozinha quando não é ouvida por alguém.
 Dialogar com a criança, para saber o que se passa na família.
 Agir sempre com alegria, pois a seriedade pode passar que o professor não sente nenhum afeto pelo aluno.

PARA CONCLUIR:

Podemos dizer que, em todos os tempos o professor teve problemas com a indisciplina. Este caso não é de hoje e sim de muitos tempos atrás. É preciso que saibamos solucionar este problema para melhorar a educação de nossas crianças.
Após discorrer sobre a indisciplina, chega-se a conclusão que professores e a coordenação da escola devem se unir para combater as causas da indisciplina. Digo isso, por que quando cheguei à E.T.I., alguns alunos eram bastante hiperativos e quase não ficavam na sala, hoje eles são mais amáveis e adoram a escola e participar dos tempos de estudos. Apenas um aluno ainda não acostumou com a ideia de ficar o dia todo na escola, mas a coordenação sempre nos ajuda a trabalhar com ele. E sei que assim como os outros, ele também irá melhorar cada vez mais. Bastam apenas termos paciência e força de vontade.
Podemos ver também, que os pais têm se motivado e estão dispostos a ajudar os filhos na caminhada escolar. Os mesmos participam das reuniões e sempre estão fazendo perguntas sobre como andam seus filhos na escola. Eu me sinto como uma vencedora por estar ajudando essas crianças. Vejo a satisfação no olhar dos pais dos meus alunos e sempre comentam que “A Escola de Tempo Integral foi um dos melhores benefícios que o prefeito fez, pois as crianças estão realmente aprendendo e adoram a escola”.
Enfim, se as crianças e os pais estão satisfeitos com a proposta da escola, eu também fico mais satisfeita ainda em poder colaborar com a aprendizagem dessas crianças.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

SILVA, Ana Beatriz B. Mentes inquietas: TDAH: desatenção, hiperatividade e impulsividade. Rio de janeiro: Editora Objetiva, 2009.
POLI, CRIS – Filhos autônomos, filhos felizes. São Paulo: Editora Gente, 2006.
DOROTY, Law Nolte – As crianças aprendem o que vivenciam- Editora Sextante.
TIBA, Içami – Disciplina, limite na medida certa – São Paulo: Editora Integrare, 2006.
SZYMANZKI, Heloisa – A relação família/escola – desafios e perspectivas. Brasília: Editora Líber Livro, 2010.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. (In)Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. São Paulo: Libertad Editora, 2004.
TORRES, R. M. A educação em função do desenvolvimento local e da aprendizagem. In: Muitos Lugares para aprender. Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária – CENPEC. São Paulo: CENPEC/Fundação Itaú Social/UNICEF, 2003.
FANTE, C. Bullying escolar: prevenção do problema começa pelo conhecimento. Jornal Unesp, Rio Claro, jul 2006. Fórum, p.3.
Site: http://www.eaprender.com.br/indisciplina na sala de aula.
DEMO, Pedro: Porvir-Desafio das linguagens do século XXI: Curitiba: Obfex, 20093

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