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julho 2, 2010

INDISCIPLINA, REFLEXO DE PROBLEMAS.

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 7:13 pm
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INDISCIPLINA, REFLEXO DE PROBLEMAS.

Maria Araujo Neta (2010)

INTRODUÇÃO

Certamente onde existe indisciplina encontra-se problemas, pois a percebemos presente em nossa sociedade e principalmente em nossas escolas o que sem dúvida nos traz sérias consequências prejudiciais ao bom desempenho da aprendizagem e convivência de todos. Então quando encontramos seres humanos indisciplinados, sobretudo nas escolas é sempre bom tomar medidas que envolvam os pais para tentar solucionar comportamentos inadequados dos mesmos.
Içami Tiba indica que haja conversa entre os profissionais da escola com os pais quando acresce que:

“Nessa conversa, a escola participa aos pais o comportamento não natural da criança para que eles tomem as medidas necessárias. A indicação de ajuda por pessoa especializada pode ser a melhor estratégia, pois geralmente os pais já fizeram o que estava ao seu alcance”. (TIBA, 2006, P. 150).

Porém, vemos que normalmente acontece que mesmo a escola e os pais sabendo que uma criança está sempre se comportando de maneira indisciplinada, esses responsáveis por ela continuam utilizando métodos que dificilmente conseguem resolver os graves problemas que preocupam a todos o que pode levar as pessoas a se adaptarem à indisciplina da mesma, achando que ela não tem mais jeito e vão deixando-a de lado, como está, onde começa a surgi a exclusão, em vez de continuar procurando meios de ajudá-la, que no caso o ideal é procurar um profissional especializado que saiba diagnosticar os problemas e encontrar uma maneira de amenizar certas atitudes da mesma.
Dessa forma, podemos dizer que o problema maior não é encontrar indivíduos indisciplinados e sim encontrar metodologias que os ajudem a se tornarem menos indisciplinados, ou seja, encontrar soluções adequadas para pelo menos amenizar certas situações desagradáveis e prejudiciais que vamos encontrando.
Abaixo há algumas interrogações sobre este tema, que certamente algumas pessoas buscam encontrar respostas.

ONDE A INDISCIPLINA MAIS SE REFLETE?

Esta pergunta pode gerar várias respostas se for feita uma enquete com várias pessoas, mas se esta pergunta for feita aos professores, provavelmente eles dirão que ela se reflete mais nas “salas de aula” e certamente a maioria das pessoas concordariam. Pois ouvimos notícias e vemos muitas cenas preocupantes relacionadas ao comportamento de alguns indivíduos que frequentam nossas escolas brasileiras.
Mas se formos analisar nossa sociedade no geral, veremos que a falta de disciplina acontece em todo lugar, todos os dias e que seus resultados são desagradáveis. Como poderia ainda ser citado que o grande reflexo da indisciplina talvez seja a violência, que torna seres humanos rebeldes, agitados, agressivos, assassinos, alienados, ansiosos, irritados, desobedientes, etc. Será por que isto? Será por que ainda existe tanta violência? Tanta crueldade? Será que os marginais e bandidos não passaram por nossas escolas? Se passaram o que aprenderam? Como as escolas e as famílias estão preparando crianças, adolescentes e jovens para a vida? E onde será mesmo que está a raiz da indisciplina, onde ela mais se reflete?
Certamente ela se reflete principalmente em nós seres humanos e é daí que ela surge, porque ainda não conseguimos evitá-la, nem muito menos lidar com a liberdade, ou será que existe algum ser disciplinado que nunca tenha cometido algum tipo de indisciplina?
Porém, mais do que conseguir evitá-la é necessário fazer como nos acresce Eduardo Freitas: “O primeiro passo a ser traçado é a realização de uma análise no “embrião” do problema, ou seja, na origem da questão, é a partir daí que se conhecem os motivos que levam os indivíduos a se comportar de forma indisciplinada”. Sendo assim a princípio o ideal seria que as pessoas não ficassem tentando fazer com que os outros se tornem disciplinados, pois “ninguém disciplina ninguém, mas por outro lado ninguém se disciplina sozinho” (Paulo Freire), mas sim tentar entender o porquê algumas vezes os estudantes agem de forma tão hostis. Sendo que isto muitas vezes não dar certo, porque nem sempre pais, professores e responsáveis por indivíduos indisciplinados sabem analisar a origem dos problemas que atingem os mesmos, o que torna difícil ajudá-los.
Um famoso psiquiatra nos mostra que:

“Distúrbios comuns da auto-estima são a perda de limites, a autodesvalorização, o excesso de auto-estima, o ego inflamado, o ego murcho, o pretender fazer algo e não seguir adiante. Tais problemas conduzem à indisciplina e à falta de respeito pelas pessoas ou bens alheios e têm se tornando muito sérios nas últimas duas décadas.” (TIBA, 2006, P. 154).

Este tipo de profissional sabe diagnosticar fatores que levam as pessoas a se tornarem indisciplinadas e isto seria bom se os professores soubessem fazer para tentar ajudar certos alunos, pois esses tipos de problemas acontecem constantemente nas escolas e às vezes os educadores não sabem agir diante de certos casos de indisciplina e os mesmos sofrem por certas vezes não saberem agir eficazmente diante de agressividades dos seus educandos.
Naturalmente os professores têm razão em achar que aonde a indisciplina mais acontece é na escola, pois eles estão sendo agredidos fisicamente, até mesmo sendo assassinados, se sentem ameaçados e impotentes de resolver estes problemas. Além disso, dificilmente encontram ajudas externas que seria o ideal. As escolas deviam ser os lugares mais tranquilos da sociedade, pois sua função é educar pessoas para fazer o mundo melhor mais elas estão se tornando lugares de pânico, onde muitos dos profissionais que frequentam as mesmas nunca deixam de se lamentar em vez de se vangloriar por “contribuir com a educação da sociedade”. Se esta educação realmente acontecesse no geral, provavelmente a maioria das pessoas não diria que aonde a indisciplina mais se reflete é nas escolas. Mas em vez de dizerem isso as pessoas poderiam refletir um pouco a frase de Augusto Cury que nos fala que: “os nossos maiores inimigos estão dentro de nós”, ou seja, a indisciplina como também a disciplina, começa dentro de cada ser humano e este deve saber controlar suas atitudes, pois disciplina demais estraga e indisciplina demais só traz problemas.

COMO RESOLVER O PROBLEMA DA INDISCIPLINA?

Dificilmente alguém conseguirá achar uma receita pronta para resolver o problema da indisciplina, talvez sejam encontradas maneiras de amenizá-la e isto deve ser buscado, principalmente nas escolas onde o rendimento da aprendizagem é mais prejudicado por este problema. Mas aboli-la certamente não será o caso, porque conforme Demo acredita no processo de aprendizagem: “Não se aprende sem disciplina. Mas, aprender bem implica alguma indisciplina”. De fato quando as pessoas vivem de cumprir paradigmas, vão perdendo a liberdade de expressão e autoria.
Demo ainda acresce que:

Na sociedade, aprecia-se o bom menino, o operário-padrão, o bom filho, o bom aluno. Faz parte do espírito da socialização: pressionar as pessoas a comportarem-se dentro dos padrões canônicos da respectiva sociedade (Demo, 2002). Preferem-se membros previsíveis e dóceis. Observando pelo outro lado, porém, torna-se logo claro que é truque da ordem vigente para não ser perturbada. O bom menino, por acomodar-se aos ditames dominantes, não agrega nada de novo à sociedade. Apenas a reproduz. (DEMO, 2010)

Sendo assim, a indisciplina não transmite apenas problemas em nosso meio, mas também é através dela que se conseguem grandes mudanças, porque se ninguém se rebela diante de insatisfações, as coisas continuam sendo insatisfatórias e desta maneira não acontece progressos. Sendo que, “conviver com aluno rebelde é desafio preocupante. Depende, porém, da rebeldia. Se rebeldia indicar o gesto de questionamento, crítica, pesquisa, alternativa, pode estar numa rota altamente interessante” (DEMO, 2010). Igualmente se uma escola possui a imagem de um caos, por exemplo: não possui estrutura adequada para atender o excesso de estudantes, são quentes, abafadas, não possui material didático para o professor trabalhar, não possui carteiras suficientes ou adequadas é bom que sejam feitos protestos, greves, reivindicações, atitudes estas que são conhecidas como falta de disciplina. Pode também acontecer dos estudantes se sentirem desmotivados com as metodologias utilizadas por certos professores ao tentarem contribuir com a aprendizagem dos mesmos. Porém nesses tipos de caso fica fácil resolver estes problemas de indisciplina que seria apenas encontrar soluções para o ambiente físico que na primeira situação apresentada uma reforma geral ajudaria e na segunda situação o professor teria de encontrar formas de motivar os mesmos, que não é muito simples, mas que não se pode considerar impossível.
Agora quando se trata de caos em uma escola bem equipada para proporcionar uma boa aprendizagem e que possui profissionais da área da educação treinados para saber diagnosticar e agir diante dos casos de indisciplina, o problema fica mais difícil de resolver se é que se resolve, pois como já foi citado acima, esses casos não se acabam, apenas se amenizam. Neste sentido um problema que poderíamos citar como exemplo, seria o de uma escola em que: os alunos já chegam se agredindo, agitados, poluindo o ambiente em que frequentam em todos os âmbitos, em que chegam até mesmo drogados ou bêbados, em que surgem situações de aluno matar professora para furtar carro, onde quem passa por ela percebe que os que fazem parte dela se sentem em um martírio, o bom seria que as escolas tivessem uma equipe de apoio de profissionais da área de psicologia, psiquiatria e de segurança. Os estudantes devem deixar de sempre ter a razão, as bandidagens, o vandalismo, estão começando nas escolas. Então é preciso encontrar meios de por certos limites nos estudantes que não os deixem traumatizados.

SERÁ SE A FAMÍLIA CONTRIBUI PARA AMENIZAR A INDISCIPLINA?

Esta pergunta pode gerar respostas preocupantes, pois muitos talvez digam que a família atualmente não contribui para amenizar o problema que estamos tratando, mas que ela está é contribuindo para aumentá-lo. Sendo que isto pode até ser verdade, pois até Içami Tiba diz que “a maioria das indisciplinas dos alunos tem reforço dos pais”, mas não se pode generalizar, pois poderemos ouvir respostas que nos digam que a família contribui sim para amenizar a indisciplina, a partir do momento que ela passa a transmitir valores e acompanhar a educação de seus filhos.
Para Eduardo Freias a família é um aspecto de grande relevância, pois pode contribuir com “problemas de diversas ordens podem acarretar na indisciplina escolar, talvez esse aluno conviva em um lar desestruturado onde os pais não se respeitam e assim reproduzem o que presencia em casa na escola”. Ele ainda acresce que:

A indisciplina cresce constantemente, produto de uma sociedade na qual os valores humanos tais como o respeito, o amor, a compreensão, a fraternidade, a valorização da família e diversos outros foram ignorados. (FREITAS)

Realmente hoje em dia as famílias estão muito desestruturadas e nas relações humanas o valor que está sendo cada vez mais escasso é o respeito, que não está sendo levado em conta, porque vemos que as pessoas não estão se respeitando mais, existe muita discriminação e os direitos das pessoas estão sendo transgredidos. Visto que “o respeito humano é indispensável à convivência universal”.
E será que os filhos estão respeitando os pais? Se os filhos não respeitam os pais será que vão respeitar os outros? Mas por outro lado será que filhos que sempre estão respeitando a tudo e a todos são satisfeitos e renovadores. Diz Demo que:

“O bom filho pode agradar aos pais, se é que estes preparam para ele um contexto de subordinação. Pais mais inteligentes podem ver de modo muito diferente. Ao lado de “educar” o filho para que seja bom, não é menos decisivo cuidar que saiba reagir, tenha proposta própria de vida, alcance autonomia e autoria, torne-se pessoa inventiva na sociedade. Filho que nunca “apronta” pode ser suspeito também. A indisciplina aparece, então, como manifestação no fundo sadia, quando expressa a insurreição contra a mediocridade.” (DEMO, 2010)

Dito isto, as famílias ao trabalharem os valores que contribuem com a disciplina devem fazê-lo de maneira flexível tomando o cuidado de não tornar seus filhos submissos ao ponto deles nunca inovarem, nem buscarem a autonomia. Mas não raro vemos que os pais não estão se preocupando muito em transmitir valores ou às vezes não estão tendo tempo para contribuir com a educação dos filhos e acabam delegando toda esta tarefa à escola. Mas não adianta escola e família querer educar para apenas terem alunos e filhos bem comportados, pois como estamos analisando nem sempre atitudes assim só trazem vantagens.
Augusto Cury nos faz observar que podemos:

“Se surpreender ao perceber que os filhos brilhantes e os alunos fascinantes não são aqueles que são sempre bem comportados, que não falham, não choram ou não tropeçam. Mas, aqueles que aprendem a desenvolver a consciência crítica, decidir seus caminhos, trabalhar seus erros, construir tolerância, reconhecer suas dificuldades… São os que constroem grandes sonhos e lutam pela concretização desses sonhos. E, acima de tudo dão uma nova chance para si mesmos e para os outros quando fracassam”. (CURY, 2007, P.10)

E então será que os pais e professores de hoje tem sido ou foram filhos brilhantes e alunos fascinantes? Será que eles têm lutado pela concretização dos seus sonhos? E será que os seres humanos têm dado para si mesmos e para os outros uma nova chance de não fracassarem? E como será o trabalho dos pais e professores com aqueles que se sentem fracassados nos estudos, os sem esperanças, os sem interesse de estudar e que querem mesmo só bagunçar? Será que eles consideram crianças ou adolescentes que agem desta maneira, apenas um problema e não encontram ou desistem de encontrar soluções?
Pedro Demo, afirma que:

“Filhos rebeldes são um problema, mas, sob outro olhar, talvez uma solução. A tendência é apreciar mais o filho bom, do que o rebelde, pois este dá muito trabalho. No entanto, em termos de oportunidades de vida o filho rebelde facilmente teria maior chance. (DEMO, 2010)

Mas será por que os filhos e alunos se tornam rebeldes? Será se é por que eles se sentem angustiados, carentes e sofrem por falta de amor? Ou será que é apenas por não saberem lidar com a liberdade? Essas perguntas para serem bem respondidas é preciso fazer um bom diagnóstico com os rebeldes, pois cada caso é um caso diferente da onde se podem tirar algumas conclusões. Içami Tiba ressalta que:
“O ambiente escolar deve ser de uma instituição que complemente o ambiente familiar do educando, os quais devem ser agradáveis e geradores de afetos. Os pais e a escola devem ter princípios muito próximos para o benefício do filho/aluno”. (TIBA, 1996, P. 140)
Porém será que os ambientes familiares e escolares estão sendo agradáveis? Será que os filhos estão vivendo sem afeto ou sendo mimados demais? Pois tanto a escassez como o excesso podem prejudicar, mas em todo caso não é tarefa fácil a da família de contribuir para amenizar a indisciplina, mas é um compromisso importante que toda pessoa que resolve por um filho no mundo deve ter, não deixando de procurar acompanhar o desenvolvimento dos mesmos na escola.

CONCLUINDO

Dessa forma, quando tratamos de indisciplina verificamos que é um assunto que envolve a todos, porque é um tema que está relacionado diretamente à personalidade de cada um de nós, indisciplina que pode ser diagnosticada como natural da personalidade dos indivíduos ou fruto do meio que elas vivem. Verificamos também que até certo ponto uma indisciplina entendida como reivindicações e questionamentos pacíficas são positivas; mas quando estas inquietudes são feitas de forma agressiva podem ser prejudiciais a todos, e a escola junto com os profissionais qualificados e a família tem um grande desafio a ser enfrentado, que é encontrar uma forma para que estes indivíduos que demonstrem esta indisciplina entenda que viver em sociedade precisa obedecer regras para construirmos um mundo melhor.
Vemos também que realmente a indisciplina reflete problemas, mas se ela não existir os problemas nunca deixarão de existir, pois se ninguém se rebelar as coisas continuarão como estão sem nenhuma transformação. Ademais, Cury acresce que:

“Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar”. (CURY, 2007, P. 71).

Em suma, a disciplina é importante até o ponto de não deixar as pessoas agirem sempre de maneira mecânica e submissa. Logo a indisciplina dificilmente poderá ser abolida como sonha a equipe educacional, mas pode sim ser controlada. Ela não deixa de existir porque não existe receita pronta para solucioná-la, pois quase sempre ninguém pode conter certas manifestações naturais de um ser humano que desfruta da liberdade.
Pois como diz Beatriz Vichessi:

“Da mesma forma que os conflitos nunca vão deixar de existir na vida em comunidade – no contexto escolar, especificamente, eles também não vão desaparecer. Saber lidar com eles faz com que você consiga trabalhar melhor”. (VICHESSI, 2009, P.79)

Portanto é missão de todos saber lidar com os problemas causados pela indisciplina, encontrando meios de amenizá-la e diagnosticar suas causas para melhor controlá-la. E as indagações feitas neste, devem levar a uma reflexão que visem apontar soluções para os problemas que estão atingindo a sociedade, as escolas e a família. Soluções que preparem a juventude para o exercício da cidadania, levando sempre em conta que não adianta querer disciplinar ninguém, pois não adianta uma pessoa querer fazer com que outra haja diferente sendo que ela não queira ou não veja sentido em fazer, mais isso só adianta quando a pessoa realmente queira aprender e se conscientize da importância de evitar atos prejudiciais.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

TIBA, Içami – Disciplina, limite na medida certa. 81ªEd. São Paulo: Editora Integrare, 2006.
______. Disciplina, limite na medida certa. São Paulo: Gente, 1996.
FREITAS, Eduardo, Indisciplina Escolar.
Disponível em: http://www.educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/indisciplina-escolar.htm. Acesso em 25 jun. 2010.
DEMO, Pedro, Indisciplina.
Disponível em: http://pedrodemo.sites.uol.com.br/textos/td13.html. Acesso em 21 jun. 2010.
Cury, Augusto. Filhos Brilhantes, alunos fascinantes. São Paulo. Editora Planeta Brasil, 2007.
VICHESSI, Beatriz. Indisciplina: como se livrar dessa amarra e ensinar melhor. Revista Nova Escola Abril. Ano XXIV. Nº 226. Out. de 2009. p. 78 a 89

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