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julho 2, 2010

INDISCIPLINA NA ESCOLA/ERISVAN

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INDISCIPLINA NA ESCOLA
Erisvan Rodrigues Milhomem

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVENCIAM

Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.
Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.
Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.
Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.
Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.
Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.
Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.
Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.
Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.
Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.
Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.
Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.
Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.
Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.
Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.
Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.
Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.
Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que as cercam.
Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver.

– Dorothy Law Nolte

INTRODUÇÃO
Este texto traz uma reflexão sobre a indisciplina da escola atual, sendo esta considerada como importante empecilho para o processo de aprendizagem. O tema tem sido um grande desafio que os educadores têm encontrado em relação à indisciplina em sala de aula e na escola, tanto na pública quanto na particular. O referido tema será abordado através de estudos e conceitos apresentados por diversos autores que vem sendo debatido ao longo do tempo, para esclarecer melhor o porquê, e os fatores que contribuem para a indisciplina na escola, bem como possíveis soluções para banir a indisciplina especificamente na sala de aula. As preocupações de professores, pais e educadores em geral, relativos aos comportamentos escolares dos alunos, têm sido em questões associadas à desordem, ao desrespeito,a regras de conduta e à falta de limites. A origem dos comportamentos ditos indisciplinares podem estar em diversos fatores: uns ligados a questões relacionadas ao professor,principalmente na sala de aula; outros centrados nas famílias dos alunos; outros verificados nos alunos; outros gerados no processo pedagógico escolar; e outros alheios ao contexto escolar. Estas questões tem ocupado um espaço cada vez maior do cotidiano escolar.
A partir do exposto até aqui, fica claro que um dos maiores desafios é o resgate do professor como sujeito de transformação: acreditar que pode, que tem um papel a desempenhar muito importante, embora limitado. Acreditar na
possibilidade de mudança do outro, de si e da realidade.

INDISCIPLINA NO CONTEXTO ESCOLAR

A Indisciplina atualmente é vista como um dos principais entraves na educação, a escola enfrenta grandes dificuldades para estabelecer normas aos educandos, revelando-se uma instituição em crise gerada talvez pela falta de diálogo e a impossibilidade de alcançar uma integração entre alunos, escola e família, ou seja, tornou-se um obstáculo ao trabalho pedagógico e os professores ficam desgastados, tentam várias alternativas, e já não sabendo o que fazer, chegam mesmo em algumas oportunidades a pedir ao aluno indisciplinado que se retire da sala já que ele atrapalha o rendimento do restante do grupo. A indisciplina escolar não é um fenômeno estático, ao contrário, está evoluindo a cada dia nas escolas. Segundo (AQUINO, 1996b). A indisciplina escolar apresenta atualmente expressões mais complexas’’ criativa,’ tornando-se mais difícil de se compreender e resolver de modo efetivo, o problema que vem ocorrendo constantemente nas escolas.
Partindo desse pressuposto podemos observar que a indisciplina no contexto tem movimentado professores, gestores, pais e alunos. É preciso considerá-la como parte de um organismo que a sociedade, e a vida em sociedade pressupõem a criação e o comprimento de regras e preceitos capazes de nortear as relações, possibilitar o diálogo, a cooperação e a troca entre membros deste grupo social. Acredita-se também que a escola assim como a sociedade vem passando por mudanças significativas, mas precisam de regras, normas que orientem seu funcionamento de convivência entre os diferentes elementos que nela atuam. Nesse sentido,as normas deixam de assumir a característica de instrumentos de castração e, passam a ser compreendidas como condição necessária ao convívio social. Segundo (Rego, 1996). O disciplinador é aquele que educa, oferece parâmetros e estabelece limites.
Diante deste argumento, La Taille (1996, p.9) analisa que crianças precisam sim aderir a regras e estas somente podem vir de seus educadores, pais ou professores. Os limites implicados por estas regras não devem ser apenas interpretados no seu sentido negativo: o que não poderia ser feito ou ultrapassado. Devem também ser entendidos no seu sentido positivo: o limite situa, da consciência da posição ocupada dentro de algum espaço social – a família, a escola, e a sociedade como um todo.
Vale ressaltar o quanto dividir a responsabilidades em pequenas questões ajuda as crianças a se prepararem para tomar decisões importantes no futuro. Se nossos alunos percebem que os escutamos e consideramos suas ideias com respeito, vão se mostrar mais dispostos a falar conosco e a trabalhar em conjunto para resolver os problemas.
Sabemos que o relacionamento saudável entre educador e educando é construção coletiva, pois potencializa a interação e abre espaço para a aprendizagem. Haja visto que, implica em aprender a administrar uma sala de aula, estabelecer um bom diálogo; saber resolver situações mal entendidas. Vale ressaltar também que o professor precisa analisar profundamente sua própria postura,ou seja, refletir se de fato está sendo ou não conivente com os comportamentos que deseja modificar. Por exemplo: falar de normas e regras, e na prática ignorar atitudes incorretas contrariando o que fala. Outra situação é dar oportunidade para uns se manifestarem e outros não.
Para Cláudia França, 2010.
Muitas vezes, a indisciplina pode ser um indício de alguma carência do aluno como, por exemplo, a falta de compreensão do conteúdo, que ocasiona a falta de interesse para estudar e continuar prestando atenção nas aulas.

Ao analisarmos bem o que afirma o artigo, acima citado , podemos dizer ao longo dos últimos anos muitos professores foram destituídos de seu lugar, por estarem desqualificados, desatualizados,desmotivados.A grande maioria utilizam procedimentos metodológicos que pouco desafiam os alunos a pensar,sobretudo construir conhecimentos.As aulas pouco atrativas,não estimulam a participação dos alunos.É preciso repensar essas práticas de modo que o professor possa promover aprendizagens significativas, e que de fato o aluno seja estimulado a aprender.

No contexto escolar a indisciplina é fator preocupante, mas cabe ao professor procurar investigar porque este ou aquele aluno não consegue ter interesse em fazer as atividades propostas. Embora seja difícil e complexo lidar com esta falta de estímulo, o professor não pode desistir de nenhum aluno. Pedro Demo afirma que: “ser professor é cuidar que o aluno aprenda bem”. Pois o professor precisa está atento e disposto a cuidar do aluno, e assim a escola terá condições de proporcionar aos seus educando uma educação significativa que os valorize favorecendo seu desenvolvimento ativo e participativo em sala de aula que lhe sirva como meios para contribuir para construção da sua autonomia.
Para que de fato aconteça a construção dessa autonomia é fundamental que o professor cumpra seu papel, ou seja, precisa trabalhar com afetividade e a motivação, pois quando estas fazem parte do processo de aprendizagem podemos assim usar como fonte de energia que influencia na velocidade com que se constrói o conhecimento, pois, quando as pessoas se sentem seguras e motivadas , aprendem com mais facilidade.
Desse modo o professor passa a se preocupar com a motivação dos alunos, tendo maior compromisso com seus procedimentos metodológicos,bem como as questões afetivas,obtendo dessa forma uma relação verdadeira com todos. Sob uma visão Piagetiana, o professor que na sala de aula dialoga com seu aluno, busca decisões conjuntas por meio da cooperação, para que haja um aprendizado através de contratos, que honra com sua palavra e promove relações de reciprocidade, sendo respeitoso com seus alunos, obtendo dessa forma um melhor aproveitamento escolar.
Partindo desse pressuposto fica claro que é papel do professor criar, junto com seus alunos, um ambiente cooperativo e fazer com que ambos compreendam a sua importância recuperando-se assim a auto-estima nos alunos. Segundo (Antunes. 2002 p. 14). Faça-o descobrir que você quer ajuda-lo, sabendo o que o desagrada tanto, o que tantas vezes essa conversa gostosa, olho no olho, abre horizontes, cria cumplicidade e elimina um alvo em que antes, para seu
regozijo, você buscava sempre acertar (ANTUNES. 2002 p.14).

Vale ressaltar que a indisciplina no contexto escolar, muitas vezes esta ligada a falta de preparo do professor e que esta em sua maior expressão é um desafio a que o professor deve enfrenta a fim de superar este problema. Percebemos ainda que a falta de valorização do professor, contribui para agravar mais este quadro da disciplina, pois um profissional que não é valorizado, dificilmente poderá trabalhar dignamente. Para mudar essa triste realidade é fundamental que todos os profissionais de educação tome consciência de sua condição, sobretudo buscar sair dela para assim criar meios para mudanças significativas em toda a estrutura de ensino da qual faz parte.
“(…) Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda.
Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, não temos outros caminho, se não viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos.”
Paulo Freire

POSSÍVEIS FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A INDISCIPLINA ESCOLAR E POSSÍVEIS SOLUÇÕES:
A indisciplina permanece sendo, atualmente, um dos maiores problemas pedagógicos enfrentados pelos professores na escola. Como afirma Aquino (1996), “Há muito os distúrbios disciplinares deixaram de ser um evento esporádico e particular no cotidiano das escolas brasileiras, para se tornarem, talvez, um dos maiores obstáculos pedagógicos dos dias atuais” (p.09). Para Parrat-Dayan (2008), “os problemas de indisciplina manifestam-se com freqüência na escola, sendo um dos maiores obstáculos pedagógicos do nosso tempo.” (p.07).
• Fatores relacionados ao professor

O aluno contesta porque não está de acordo com as exigências do professor, com os valores que ele pretende impor, com os seus critérios de avaliação, a sua parcialidade. Existe entre o professor e o aluno uma relação desequilibrada. O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina. O professor não consegue motivar o aluno ou despertá-lo ou cativá-lo.
Sabemos que o papel do professor é fundamental no processo de aprendizagem, não como figura central, mas sim como mediador do processo educativo que busca procedimentos estimulantes e desafiadores, para que neles ocorra a construção de conhecimentos significativos.

Vasconcellos (2003, p. 58) diz que:

O professor desempenha neste processo o papel de modelo, guia, referência (seja para ser seguido ou contestado); mas os alunos podem aprender a lidar com o conhecimento também com os colegas. Uma coisa é o conhecimento “pronto”, sistematizado, outro, bem diferente, é este conhecimento em movimento, tencionado pelas questões da existência, sendo montado e desmontado (engenharia conceitual). Aprende-se a pensar, ou, se quiserem, aprende-se a aprender.

• A indisciplina centrada no aluno

Os alunos têm assumido diversas formas de indisciplina. As formas mais freqüentes são comportamentos violentos verbais ou físicos: agride outro aluno; agride o professor; bate na mesa; sai pela janela, atira objetos, ofende verbalmente.
É necessário que o professor desenvolva e conquiste maior autonomia para lidar com a indisciplina na sala de aula. Mas isso não significa deixar o professor atuar sozinho com a indisciplina, é fundamental que na escola aconteça um trabalho em parceria, baseado em responsabilidades claramente definidas e no auxílio estratégico de toda equipe de apoio pedagógico em situações que requerem maior intervenção.
Para Gómez (2000, p. 81):
O ensino é uma atividade prática que se propõe dirigir as trocas educativas para orientar num sentido determinado as influências que se exercem sobre as novas gerações. Compreender a vida da sala de aula é um requisito necessário para evitar a arbitrariedade na intervenção. Mas nesta atividade, como noutras práticas sociais, como a medicina, a justiça, a política, a economia, etc., não se pode evitar o compromisso com a ação, a dimensão projetiva e normativa deste âmbito do conhecimento e atuação.

• A indisciplina centrada na família

As famílias não participam da vida escolar dos filhos e na sua grande maioria ainda culpam a escola pelo baixo rendimento dos filhos.
Sabemos da importância da colaboração da família, pois, quando estas participam da vida escolar dos filhos conseqüentemente torna-se mais fácil a integração dos alunos e automaticamente melhora a qualidade do processo de aprendizagem. O envolvimento da família melhora a imagem da escola e seu vínculo com a comunidade, pois não se aprende só na escola. Nesta aprende-se a aprender, mas para que isso aconteça de fato o aluno precisa ser estimulado por meio de um ambiente favorável, e é na família que os alunos adquirem os modelos de comportamentos que exteriorizam na sala de aula.
A família deve se esforçar em estar presente em todos os momentos da vida de seus filhos. Presença que implica envolvimento, comprometimento e colaboração. Deve estar atenta às dificuldades não só cognitivas, mas também comportamentais.
Na atualidade, as crianças chegam à escola e desenvolvem sua escolaridade sem o apoio familiar tradicional.
TEDESCO, 2002, P. 36. Afirma que:
Essa erosão do apoio familiar não se expressa só na falta de tempo para ajudar as crianças nos trabalhos escolares ou para acompanhar sua trajetória escolar. Num sentido mais geral e mais profundo, produziu-se uma nova dissolução entre família e escola, pela qual as crianças chegam à escola com um núcleo básico de desenvolvimento da personalidade caracterizado seja pela debilidade dos quadros de referência, seja por quadros de referência que diferem dos que a escola supõe e para os quais se preparou (TEDESCO, 2002, p.36).
Diante desta afirmação fica claro que tanto a família quanto a escola devem manter uma relação de proximidade e cooperação, porém, o que parece tão óbvio nem sempre ocorre de fato.Pode-se afirmar que a escola não pode viver sem a família e a família não pode viver sem a escola, pois, é através da interação desse trabalho em conjunto, que tem como objetivo o desenvolvimento do bem-estar e da aprendizagem do educando, os quais contribuirão na formação integral do mesmo.

Para concluir
A questão da disciplina escolar, é um problema que se reflete no interior das escolas, porém, é um problema que não está restrito somente a professores, alunos, sociedade e família, mas é um problema que está em toda a estrutura do país. A indisciplina escolar esta imposta autoritariamente, e o aluno jamais se sentirá obrigado a cumpri-la, e a indisciplina poderá ser um protesto em relação à autoridade e a conseqüência da falta de carinho, afetividade e compreensão.
Percebe-se que o papel da escola é relevante, não para compensar carências afetivas e disciplinares da família, mas sim de provocar transformações e desencadear novos processos de desenvolvimento e comportamento.
É papel do professor criar, junto com seus alunos, um ambiente cooperativo e fazer com que ambos compreendam a sua importância recuperando-se assim a auto-estima nos alunos.
Segundo Gotzens ( 2003, p. 22):

A disciplina escolar não consiste em um receituário de propostas para enfrentar os problemas de comportamentos dos alunos, mas em um enfoque global da organização e da dinâmica do comportamento na escola e na sala de aula, coerente com os propósitos de ensino. […] Para isso é preciso, sempre que possível, antecipar-se ao aparecimento de problemas e só em último caso reparar os que inevitavelmente tiverem surgidos, seja por causa da própria situação de ensino, seja por fatores alheios à dinâmica escolar.
Contudo, a escola é além da família um dos agentes responsáveis pela integração do sujeito na sociedade. Para tanto deve buscar meios para que as propostas de trabalho sejam interessantes para que os alunos possam sentir-se bem, e motivados para aprenderem. Precisa cuidar para que o ambiente escolar seja um espaço adequado à sistematização do conhecimento e o professor um articulador na construção do saber.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANTUNES, C. Professor bonzinho= aluno difícil: a questão da indisciplina em em sala de aula. Petrópoles, RJ: Vozes, 2002a.

______. Novas maneiras de ensinar, novas maneiras de aprender. Porto Alegre:Artmed, 2002b.

AQUINO, J. G. (Org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus,1996ª.

DEMO, Pedro. Avaliação cuidar para que o aluno aprenda bem. São Paulo. Editora Criarp. 2006.
GÓMEZ, A. I. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 2000.
GOTIZENS, C. A disciplina escolar: prevenção e intervenções nos problemas de comportamento 2. ed.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Moderna,
TEDESCO, J. C. O novo pacto educativo: Educação, competitividade e cidadania na sociedade moderna. São Paulo: Ática, 2002.
transformação. 10. ed. São Paulo: Libertad, 2003
VASCONCELLOS, C. dos S. Para onde vai o Professor? Resgate do professor como sujeito de
FREIRE, Paulo. Educação Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.p.19.

NOTAS:

Htt://WWW.webartigos.com/articles/15115/1/A-INDISCIPLINA-NA-ESCOLA/pagina1.html.
HOME>PEDAGOGIA>ARTIGOS>SALA DE AULA>A INDISCIPLINA NA SALA DE AULA.
2. Site: http://www.eaprender.com.br/indisciplina na sala de aula.
Indisciplina escolar: o “aluno insistente” via online.
Resgate do professor como sujeito de transformação: São Paulo: Libertad, 1998. (Coleção Subsídios Pedagógicos do Libertad: V.

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