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maio 5, 2010

APRENDIZAGEM UMA CONSTANTE NECESSIDADE/ SOLANGE

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APRENDIZAGEM UMA CONSTANTE NECESSIDADE
Solange Araújo dos Santos
INTRODUÇÃO

Desenvolver uma aprendizagem significativa é uma das grandes preocupações da atualidade. A aprendizagem dos alunos desencadeia uma série de desafios de como criar uma pedagogia que faça com que o educando aprenda bem. Ela por sua vez tem sido um fator de grande importância para a formação integral do aluno. Criar um ambiente favorável à aprendizagem nem sempre depende de grande quantidade de conteúdo. Isso é pouco quando se pretende tornar o educando, um ser mais crítico e formador de seus próprios conceitos.
O processo de aprendizagem pode ser definido de forma sintética como o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. Contudo a aprendizagem escolar envolve uma série de situações intencionais e sistemáticas. Logo, a aprendizagem desencadeia fatores que possibilitem um melhor aprendizado, como influência familiar, a motivação, a leitura, um diagnóstico mais preciso que seja capaz de construir o conhecimento do aluno. Tendo em vista apontaremos algumas estratégias que levam o indivíduo a aprender bem.

O QUE É APRENDIZAGEM:
Aprendizagem é um processo contínuo de construção e reconstrução do conhecimento. Ela ocorre durante toda a vida do indivíduo, desde a infância até a velhice. Ela é indispensável para o desenvolvimento da personalidade e para a consciência do aluno. É ela que possibilita o crescimento intelectual do ser humano e desenvolve o senso crítico e a capacidade de pensar com liberdade, a partir de valores sólidos. O aprendizado é um processo ativo, ou seja, está em constante avanço e para ser bem sucedido deve ser relacionado entre prática e teoria. Ela ocorre quando a experiência causa uma mudança mais ou menos permanente no conhecimento ou no comportamento
O ser humano nunca está satisfeito com o que sabe, sempre quer mais, então torna-se um indivíduo”inacabado” e com uma curiosidade crescente.
Concordo com o professor Demo, quando ressalta que “o homem nasce incompleto e morre inacabado”, pois vivemos em constante aprendizado, seja com a vida, com o trabalho, com os livros ou até mesmo com as outras pessoas em nossa volta, estamos sempre buscando novos conhecimentos, novas experiências e mesmo assim não ficamos satisfeitos com o que sabemos em outras palavras, o ser humano é “um eterno aprendiz”.
A vida do ser humano está marcada por constante aprendizado no qual permite ao sujeito compreender melhor as coisas que ocorrem à nossa volta. A aprendizagem está diretamente relacionada com o desenvolvimento cognitivo, é ela que dará potencialidade ao individuo e, sobretudo habilidade durante toda a fase da vida.
COMO APRENDER BEM
Sabe-se que o objetivo da escola é construir uma prática pedagógica que possa garantir a todos as crianças um processo de aprendizagem significativo. A escola é o palco de ações, onde ocorre o saber fazer, é ela que tem a capacidade de buscar e organizar informações no desenvolvimento de pensamentos e na formação de conceitos. Para que uma aprendizagem seja bem sucedida faz-se necessário que o professor facilite a aprendizagem a não apenas transmita conhecimento, pois a aprendizagem não se limita a apenas receber conhecimento, e sim construí-lo.
A aprendizagem não se limita a apenas receber conhecimento, há uma série de recursos, procedimentos e métodos que o professor pode criar para favorecer a aprendizagem do aluno. Ele não deve apenas supor aquilo que o aluno deve aprender. Ele deve estar a par do que realmente interessa aos alunos caso contrário o resultado poderá ser indiferente para eles.
Para que o aluno aprenda a interpretar textos, redigir e refletir sobre eles, não basta memorizar os passos a serem seguidos, faz-se necessário que o aluno exercite essas atividades freqüentemente, para que possa realizá-la com habilidade. Aprende-se bem quando esses procedimentos são realizados com freqüência, ou seja esse procedimentos são aprendidos com uso.
O aluno constrói o seu próprio conhecimento à medida que ele se apropria de informações. E este conhecimento se completa a partir de informações que ele já sabe através de suas experiências. Portanto, o professor pode ajudar os alunos a aprender de forma natural, investigando, trocando idéias, respondendo desafios e construindo seu próprio conhecimento.
O PAPEL DO PROFESSOR NA APRENDIZAGEM
“Educar é formar sujeitos capazes de se conscientizar da sua realidade e transformá-la”. (autor desconhecido)
Sendo assim, o professor é o co-autor da aprendizagem dos alunos, ele deve ser um agente transformador capaz de desenvolver a capacidade crítica de seus alunos, promovendo trabalhos em grupos, pois através da troca do conhecimento e idéias, o aluno se tornará um sujeito capaz de criar seus próprios conceitos.
m ensino de qualidade visa inovação, portanto, o professor deve estar sempre buscando novos recursos para melhorar a aprendizagem de seus alunos. Deve ser organizado e criativo e evitar usar atividades repetitivas.
O professor deve ser dinâmico e flexível, ser capaz de desenvolver atividades que favoreçam a aprendizagem do aluno. Pois cabe ao professor desenvolver uma prática pedagógica e educacional verdadeiramente comprometida com o desenvolvimento dos alunos. Selecionar conteúdos significativos, propor novos desafios nos quais a participação dos alunos seja uma constante, visando o desenvolvimento integral da criança. Para que o professor desenvolva uma estratégia de ensino que facilite a aprendizagem do aluno, ele deve primeiro conhecer a realidade do aluno em relação ao conhecimento e depois elaborar um planejamento centrado no aluno. Com essa prática, o professor saberá o que os alunos pensam e o que ainda lhe é difícil compreender, bem como os reais interesses de cada um.
Segundo Freire (2000.p.26), ”Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar”.
Sendo assim, o professor deve deixar de ser um mero transmissor de conteúdo e abrir espaço para as mudanças necessárias a uma prática pedagógica transformadora, possibilitando a construção da identidade da criança a partir das relações sócio-histórico-cultural, de forma autêntica e consciente. Ele deve ser também um agente transformador capaz de desenvolver a capacidade crítica em seus alunos promovendo trabalhos em grupos, pois através da troca de conhecimento e idéias, o aluno se tornará um sujeito transcendental, ou seja, com conhecimento construtivista.
cabe ao professor, promover o diálogo com seus alunos, criando assim uma troca de experiências através de conversas verdadeiras, fazendo com a relação entre professor e aluno seja mais igualitária, deixando de lado a postura de autoritarismo, lembrando sempre que ele não é o centro das atenções em relação ao processo de aprendizagem, sim o aluno, o professor não só ensina, mas também aprende.
O educador deve oferecer suporte tanto intelectual quanto afetivos para o educando e procurar conhecer seus alunos, suas experiências e necessidades, pois assim se torna fácil organizar adequadamente, os objetivos do ensino e a metodologia a ser seguida. Valorizar o saber que os alunos possuem é à base de um trabalho pedagógico comprometido com o sucesso da aprendizagem de todos. Utilizar conteúdos que podem enriquecer o programa de outras disciplinas, é uma ótima estratégia de ensino.
O professor deve criar situações desafiadoras, considerando o nível de conhecimento real dos alunos, por tanto é necessário que o professor favoreça a postura reflexiva, investigativa e colaboradora para a construção da autonomia de pensamento e de ação do educando, ampliando assim a possibilidade de participação social e desenvolvimento mental, a fim de capacitar o aluno a exercer desde já seu papel de cidadão do mundo.

A AVALIAÇÃO NO PROCESSO APRENDIZAGEM
A avaliação é um instrumento importante no ensino aprendizagem, é uma atividade contínua, que visa acompanhar não só a produção, mas todo o processo educacional e esse processo de avaliação devem levar em conta as etapas do desenvolvimento social, cognitivo e emocional da criança. A avaliação é uma das questões mais difíceis para o professor e não deve de forma alguma ser deixada de lado, pois apesar de ser um processo antigo, continua sendo de fundamental importância para o professor avaliar o desempenho do aluno, pois através dele o professor pode rever conceitos, tomar decisões e também se auto-avaliar. Quando o professor conhece bem seus alunos é mais fácil desenvolver atividades que facilitem o aprendizado deles, por isso é necessário que o professor investigue a vida do aluno como um todo. Nesse sentido, os processos avaliativos investigam e acompanham a aprendizagem do aluno para compreender seus avanços e dificuldades e, paralelamente, coloca-se como mecanismos para provocar o desenvolvimento de novas capacidades.
A idéia que o professor tem a respeito da avaliação é aquela adquirida durante toda a sua trajetória escolar e quando ele se depara com algum caso semelhante é mais fácil para diagnosticar e trazer soluções.
Quando é levantada a questão sobre avaliação, o que fica é que ela não pode ser excludente, classificatória ou selecionadora, onde separe crianças que tem um avanço maior daquelas que tem dificuldade de aprender.
A avaliação é constituída de instrumentos de diagnóstico, que levam a uma intervenção visando à melhoria da aprendizagem, “ela que ajudará o estudante a dar um passo à frente, portanto, implica numa negociação entre professor e estudante”. Concordo com Luckesi (1995), quando deixa ressaltar, “provas e exames, são apenas instrumentos de classificação e seleção, que não contribuem para a qualidade do aprendizado nem para o acesso de todos ao sistema de ensino”. A avaliação não deve se limitar a apenas uma nota classificatória, deve incluir o acompanhamento e o registro do dia-a-dia em sala de aula. Portanto, todas as crianças têm direito a uma análise profunda, crítica reflexiva sobre seus avanços cognitivos, motores, afetivos e sociais. E isso inclui o respeito ao ritmo e às particularidades de cada um. Nessa concepção passa-se a atribuir importância a informações antes consideradas irrelevantes, como é o caso do conhecimento adquirido através das interações pessoais e diretas com o aluno.
O professor deve assumir-se como investigado da sua prática e assim desenvolver pesquisas concretas que possibilitem o alcance de metas na construção de um fazer pedagógico que reúnam teoria e prática, tornando o processo de ensinar um reconstruir reflexivo e democrático, proporcionando uma aprendizagem de qualidade.
A avaliação da aprendizagem nas propostas curriculares leva-nos a uma reflexão mais ampla sobre o papel da escola na formação de nossos alunos. Ela é mediadora, por ser um espaço de encontro, de diálogo, de interação entre professor e aluno e objetivos de conhecimento. É um processo construído na relação com o contexto educativo.

LEITURA NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
A leitura é um processo cognitivo, isto é atividade de processamento de informação. Não há dúvidas de que lemos para compreender, pois ler é reconhecer as palavras escritas, portanto esse processo de reconhecimento é uma condição, um passo necessário para a compreensão.
“Ler é descobrir caminhos…” (autor desconhecido)
A frase deixa ressaltar que através do processo de leitura podemos descobrir caminhos para a aprendizagem, pois a leitura pode levar a criança ao bem-estar social. É a leitura que educa, transforma e ensina a olhar o mundo com bons olhos, a leitura nos leva a buscar o universo imaginário. Ela é considerada uma oportunidade de a criança vivenciar experiências enriquecedoras para sua formação.
Através da leitura descobrimos, aprendemos e compreendemos a realidade e o sentido real das idéias, então pode-se considerar que a leitura é uma das mais importantes tarefas que a escola tem que desenvolver. Para isso faz-se necessário que o professor tenha consciência disso. Pois a leitura abre caminhos para a formação do educando. Pessoas que possuem o hábito de ler conseguem compreender textos com facilidade, ele se torna um sujeito produtor da linguagem capaz de se expressar e interpretar.
Quando a escola forma leitores capacitados, ela exerce o mais pleno exercício de cidadania. A capacidade do aluno se expressar e interpretar não depende da idade, sim de se aperfeiçoar com a maturação do processo. Cabe a escola favorecer o desenvolvimento das competências específicas da leitura. É necessário que a escola favoreça o contato das crianças com livros e textos multidisciplinares desde a educação infantil.
A leitura é fundamental para o enriquecimento critico do aluno,portanto o professor deve disponibilizar diferentes materiais de leitura, e não apenas livro didático, no cotidiano escolar. É importante também que o professor proporcione a ampliação do universo da leitura em sala de aula, em casa e criar discussões acerca do livro, realizar atividades individuais e coletivas, valorizando a criatividade, a originalidade e a coerência dos trabalhos.
O contato da criança com o livro é o primeiro passo abrir um caminho para a leitura prazerosa, É necessário, uma criação de um espaço onde criança tenha contato com diferentes formas de linguagem e possam desenvolver um trabalho com liberdade e produtividade.
Para que o professor trabalhe o processo de leitura com seus estudantes é necessário que ele seja um leitor assíduo e conhecedor dominante de estratégias de trabalho com inúmeros e infinitos textos.
Se o professor visa formar leitores, é indispensável que ele também seja um leitor, com conhecimento teórico e gosto pela leitura. Pois, quanto mais o professor exercitar a busca do conhecimento através da leitura, mais completa será a formação do leitor e a comunidade estará preparada para viver a cidadania. Por tanto é preciso incentivar os educadores a serem investigadores de sua prática para que possam desenvolver aprendizagens relevantes na sua atuação profissional, promovendo práticas pedagógicas que respondam às demandas educativas desses grupos. Desse modo a aprendizagem da leitura inserida em projetos deve propiciar a motivação dos educandos, principalmente se as atividades forem aplicadas de forma que possibilite que o educando progrida e seja motivado pelo prazer de aprender.
A leitura dinâmica e descontraída é uma forma de adquirir informações e inovarmos idéias, desenvolve a visão crítica e permite que o aluno se expresse. A leitura compartilhada também é um ótimo método para o desenvolvimento da aprendizagem, pois possibilita maior aprofundamento da compreensão do texto e reforça o exercício da leitura, além de trocar experiências.

O PAPEL DA FAMÍLIA NO PROCESSO APRENDIZAGEM
A família exerce grande influência na vida escolar dos filhos, sobretudo daqueles que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem, portanto, escola e família devem trabalhar em conjunto, pois ambas tem como objetivo formar os primeiros grupos sociais de uma criança. Envolver a família no processo educacional da escola contribui que desenvolva um equilíbrio no que diz respeito à disciplina de seus educandos. O estímulo é de fundamental importância para o desenvolvimento dessas crianças, pois o apoio familiar é primordial para o rendimento das mesmas, tanto no aspecto psicomotor e cognitivo, quanto emocional.
As escolas de hoje passam por sérias dificuldades em relação ao comportamento do educando, como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos, daí senti-se a necessidade que os pais estejam mais presentes na vida escolar de seus filhos
Acredita-se que a parceria entre família e escola realmente contribui para uma educação de qualidade e promove o bem estar de todos.
As crianças que têm o acompanhamento familiar, boa convivência, bom relacionamento e limites, têm bom rendimento escolar e não tem dificuldades quanto às normas da escola.
A participação entre escola e família, visa ao desenvolvimento integral da criança, tem como base estreitar os vínculos afetivos que fortalecem mais a confiança, favorecendo o processo de construção do conhecimento.
A família deve estar consciente da importância do seu papel na sociedade. Ela não pode apenas observar a chegada e a saída dos filhos do lado de fora do portão da escola. Ela deve estabelecer vínculos com a escola, uma deve conhecer a outra. Deve também participar ativamente e se fazer presente na vida escolar da criança porque uma depende da outra.
CONCLUSÃO
Conclui-se que a aprendizagem é um processo ativo resultante de processos internos e externos e isso envolve tanto os aspectos cognitivos, quanto os aspectos emocionais e ainda os aspectos orgânicos, psicossociais e culturais do educando. As experiências de vida, o clima psicológico da sala de aula, integração entre professor e aluno, a motivação e a família são fatores importantes para a aprendizagem do aluno. Portanto, a aprendizagem é resultante do desenvolvimento de aptidões e de conhecimentos, bem como da transferência destes para novas situações. Podemos entender também que a aprendizagem é resultante da interação estímulo e resposta, pois se criança se sentiu realizada em desenvolver uma atividade ela sentirá a necessidade de querer aprender cada vez mais.O que fica é o desafio de tornar as práticas educativas mais condizente com a realidade, capaz de abranger o aluno como um todo, promovendo o conhecimento e a educação.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM. Raízes e Asas. Fascículo 8, São Paulo: CENPEC, 1995. 23 p..
DEMO, Pedro. Complexidade e Aprendizagem – a dinâmica não linear do conhecimento. São Paulo; Atlas, 2002.
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FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em Três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1993.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito ou desafio – Uma perspectiva construtiva. Educação e realidade. Porto Alegre, 1991.
LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, 1995.
LUCKESI, C. Avaliação educacional: estudos e propósitos. São Paulo: Cortez, 1996.
REVISTA NOVA ESCOLA, Ano XXI, nº191 – Abril de 2006
REVISTA NOVA ESCOLA, Ano XXI, nº191 – Agosto de 2006.
REVISTA CRIANÇA, Nº 41 – Novembro de 2006.
REVISTA CRIANÇA, nº 42 – Dezembro de 2006.
CRISTINA, B.F.W.p. 100-Psicologia da educação. São Luis- 2005.
WITER Geraldina P, ET al. Psicologia da aprendizagem.São Paulo:EPU,1984.
HLGARDO, E. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: Herder/USP, 1996.

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1 Comentário »

  1. Muitas ideias super interessantes em seu texto. Visão abrangente de professora comprometida. Muito bom.
    O texto, porém, abarca ideias em excesso, não dando profundidade a nenhum tópico (que são, sempre, muito curtinhos). Não é possível aprofundar um tema no espaço de um ou dois parágrafos. Assim, sugiro que, na próxima, tome um tema menor, ou um tópico circunscrito, e o aprofunde da melhor maneira possível.
    Mas está bem para começar.
    Pedro Demo

    Comentário por Pedro Demo — maio 5, 2010 @ 5:40 pm | Responder


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