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maio 4, 2010

APRENDIZAGEM/ JULIANA

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 12:22 pm
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Aprendizagem
Juliana Bandeira da Silva / 2010*

Introdução

Apesar de todos os avanços a aprendizagem é tão antiga quanto a própria humanidade, se formos olhar para o passado vemos que nas tribos primitivas os filhos aprendiam com os pais a atender suas necessidades, a superar as dificuldades e ali estava acontecendo uma das suas primeiras aprendizagens. No decorrer da história da humanidade, a aprendizagem foi adquirindo cada vez maior importância.
Não é só na sala de aula que se aprende, em casa, na rua, no trabalho, no lazer, em contato com os produtos da tecnologia ou em contato com a natureza, enfim, em todos os ambientes e situações podemos aprender. É isso mesmo, cada situação pode ser uma situação de aprendizagem.
A luta atual não se reveste de um otimismo encorajador e romântico, mas sim de apreensões e inquietações diante do futuro, o saber distingue o que é valioso ou não dentro dos propósitos de formação humana exige uma atitude corajosa de ir além das aparências na busca das verdadeiras causas que regem nossos comportamentos. (…) vincular a discussão dos valores da educação a setores mais amplos, que envolvem a própria estrutura social como um todo, é um caminho que esperamos que o estudante de educação venha a percorrer para o seu aprofundamento nesta questão”. (GARCIA. P. XML.)
Podemos ainda dizer que há uma relação íntima entre o ensino e aprendizagem, uma vez que não há ensino se não há aprendizagem por isso é necessário conhecer o fenômeno sobre o qual o ensino atua, que é a aprendizagem.
_________________________________
*Professora de Educação Física na Escola de Tempo Integral Paulo Freire.
Conceituando a aprendizagem

A aprendizagem é um fenômeno, um processo bastante complexo, hoje existem muitas teorias sobre a aprendizagem. Convém salientar que aprendizagem não é apenas um processo de aquisição de conhecimentos, conteúdos ou informações. As informações são importantes, mas precisam passar por um processamento muito complexo, a fim de se tornarem significavas para a vida da pessoa. Todas as informações, todos os dados da experiência devem ser trabalhados, de maneira consciente e crítica, por quem os recebe.
Podemos descrever a aprendizagem como sendo “um processo de aquisição e assimilação, mais ou menos consciente, de novos padrões e novas formas de perceber, ser, pensar e agir.” (SCHMITZ, E. F. OP. Cit. p. 53.)
Só se aprende para a vida quando não se pode fazer a coisa de outro modo, mas também se quer fazer a coisa desse outro modo, só essa aprendizagem interessa à vida e, portanto, à escola, tal aprendizagem é, inevitavelmente, mais complexa do que a simples aprendizagem informativa. Alguns preferem definir aprendizagem como sendo a aquisição de novos comportamentos, o problema é que o termo comportamento geralmente é reduzido a algo exterior e observável. E se limitarmos a aprendizagem ao observável, exclui-se dela o que tem de mais essencial: a consciência, a formação de novos valores, disposições e formas interiores de pensar, ser e sentir que se exteriorizam apenas em algumas atitudes e ações, mas nem sempre são imediatamente observáveis.” (SCHMITZ, E. F. Op. Cit. p. 53.)
Em minha prática educativa, pude perceber que não se aprende uma só coisa de cada vez, mas de várias, por que quando uma criança aprende a escrever, aprende também o significando das palavras e daí desenvolve o gosto pelas produções que são importantes no processo de aprendizagem. E para que esse processo de aprendizagem aconteça de forma significativa, é importante estimular a criança criando situações que estimulam a sua motivação.

Aprendizagem e Motivação

Quando se fala em aprender temos que saber que para que o aluno aprenda é necessário que ele queira aprender.
Se o professor não está motivado, não tem condições de motivar os seus alunos, por isso procuro estar sempre motivada e de bem com a vida, buscando sempre atender as necessidades das crianças da escola na qual trabalho, pois acredito que compromisso e motivação são atitudes comportamentais de um profissional que busca fazer a diferença.
Dificilmente conseguimos ensinar algo a uma pessoa que não quer aprender, por isso enquanto professores, temos que saber motivar os nossos alunos, quando estes mostram-se desmotivados para o processo de aquisição do conhecimento, ou seja, a aprendizagem.
Para isso temos que criar situações favoráveis à aprendizagem, mas é importante conhecermos os interesses e a realidade de cada aluno, com isso temos que ir buscar motivação suficientemente forte e duradoura para que possamos conseguir do aluno uma atividade interessante e alcançar o objetivo da aprendizagem, que é aprender bem.
Podemos observar que entre motivação e aprendizagem existe uma mútua relação, ambas se reforçam, pois a motivação está sempre presente em nossas vidas de forma objetiva.
A partir de ações do nosso viver cotidiano sabemos também que ao escutarmos alguém, o que ouvimos é um acontecer interno a nós, e não o que o outro diz, embora o que ouvimos seja desencadeado por ele ou por ela. (Maturana, 2001; 174).

Os motivos geram novos motivos, na educação física percebe-se que os motivos dos alunos gostarem mais da educação física é a novidade da bola, pois eles não tinham educação física na escola de onde vieram, para eles isso é uma novidade, com isso estou fazendo com que tenham gosto pela educação física, aproveitando o interesse para também reforçar a importância e os objetivos da pratica esportiva na vida de cada um, assim o êxito na aprendizagem reforça a motivação e com isso há aprendizagem, assim percebo que a motivação é condição necessária, porém, não suficiente.
Segundo Vigotsky (1991 p.101) diz que o pensamento é gerado pela motivação, isto é, por nossos desejos e necessidades, interesses e emoções, e continua afirmando que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós, que o aprendizado vai se atualizando conforme o tempo passa e, sempre recebendo influência externa, o que descarta a autopoiese de Maturana, e eleva a tese de Varella.
Há outros aspectos relativos à motivação. A falta de motivação para aprender pode ocorrer por necessidade de alimento, de descanso, de afeto, por exemplo, e isso para mim já é algo verificável, pois a partir da minha convivência na escola em que trabalho – escola de tempo integral – percebi que as crianças são muito carentes de carinho, afeto, até mesmo de alimento. Certo dia, um aluno falou-me que não tinha costume de almoçar, pois na casa dele não tinha almoço, ele só tinha o lanche pela manhã e às vezes à noite, por que a mãe dele saía pela manhã e só retornava no outro dia, ele ficava com tias e irmãs. Daí eu passei a dar uma atenção maior pra esse aluno e já estou vendo o desenvolvimento dele, por isso temos que levar em conta todos esses fatores, pois eles influenciam no comportamento humano, devendo ser levado em consideração, sem entanto ver a criança como um coitadinho, mas como um ser sedento de oportunidades para ter uma aprendizagem significativa para a sua vida.
A motivação é o processo que mobiliza o organismo para a ação, a partir de uma relação estabelecida entre o ambiente e o objetivo de satisfação. Isso significa que, na base da motivação está sempre um organismo que apresenta uma vontade ou uma predisposição para agir. (Bock 1999, p.121).
Além da motivação, outra condição da aprendizagem é a maturação. A maturação consiste em mudanças de estrutura, devidas em grande parte à herança e ao desenvolvimento fisiológico e anatômico do sistema nervoso, sabemos que a maturação tem em número possibilidades que seja realizada mais cedo ou mais tarde ou até mesmo nunca, em função das experiências e do meio social. Na Escola de Tempo Integral Paulo Freire, escola em que atuo, acredito que estamos trabalhando com as crianças propiciando situações para o desenvolvimento desta maturação, levando em consideração a idade deles e outros fatores que também são relevantes, pois a maturação resulta de diversos fatores como: desenvolvimento biopsíquico, interesses, evolução social, e a educação.
A criança só poderá aprender algo quando estiver madura para está aprendizagem. “Toda criança, toda pessoa, pode se deleitar na aprendizagem. Todo educador pode compartilhar deste encantamento.” George Leornard.

Avaliação da Aprendizagem

Avaliação é uma tarefa que exige muito cuidado por parte dos educadores, pois sempre que se fala de avaliação, muita gente pensa em notas, em tirar uma nota que leve a aprovação e infelizmente isso tem se tornado um grande obstáculo na vida do estudante em todas as fases de seu aprendizado, até mesmo a escola às vezes se preocupa mais com a questão de aprovação, e deixa de lado a aprendizagem dos alunos. Quantos alunos não se preocupam mais em tirar uma boa nota, do em aprender?
Avaliação é um processo contínuo de pesquisas que visa interpretar os conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças esperadas no comportamento, propostas nos objetivos, a fim de que haja condições de decidir sobre alternativas do planejamento de trabalho do professor e da escola como um todo.
A avaliação não é um fim, mas sim um meio, que permiti verificar até que ponto os objetivos estão sendo alcançados, e identificando os nossos alunos que mais necessitam de atenção, e com isso adotar procedimentos que possibilitam sanar as deficiências identificadas.
O próprio aluno precisa perceber que a avaliação é apenas um meio, o aluno deveria ver a avaliação como uma forma de conhecer os seus avanços e dificuldades e com isso poder crescer sabendo quais foram os seus resultados alcançados e suas dificuldades que ele ainda tem que superar, nós professores temos que informá- los sobre os objetivos das avaliações e no final analisar com eles os resultados alcançados e os dificuldades que eles ainda têm que ultrapassar.
A avaliação se desenvolve em diferentes momentos do processo aprendizagem, no início temos a avaliação diagnóstica, ela é utilizada para verificar o conhecimento que os alunos têm particularidades dos alunos, essa avaliação é muito importante para que possamos conhecer melhor nossos alunos, para que nós professores possamos ficar informados sobre o rendimento da aprendizagem no decorrer do ano letivo.
Todos os resultados das avaliações deverão ser utilizados, para estabelecimento dos objetivos e planos para desenvolvimento da aprendizagem, para verificar se os objetivos estão adequados aos alunos e se estão sendo alcançados. Se percebermos que os resultados não estão correspondendo à expectativa, poderemos então replanejar as atividades. Observa-se, assim que o papel do professor neste momento é imprescindível, cabendo-lhe compreender e posicionar-se de forma adequada diante de tão difícil missão que é avaliar o processo de aprendizagem, o que remete-nos pensar no papel do professor.

Papel do Professor

O aluno sabe quando o professor está ali porque gosta, porque está interessado no seu aprendizado ou quando está ali somente de corpo presente.
Sabe-se da importância do papel do professor na aprendizagem das crianças, pois é através dele que acontece a mediação, ou seja, o professor proporcionará um momento onde suas relações produzirão resultados significativos para a aprendizagem, deixando o ensino mais proveitoso, estimulante e por que não, de fácil compreensão.
É necessário o olhar atento do professor a todos os alunos, pois através de nossos gestos, nossa forma de falar isso nos levará a perceber o processo de aprendizagem dos alunos ou até mesmo as dificuldades geradas por eles.
O professor deve ser amigo, deve está ali por inteiro, o professor deve ter conhecimento dos conteúdos a serem trabalhados com os alunos e percebendo as relações e nelas intervindo quando houver necessidade.
Segundo Vygotsky, o professor deve atuar na zona de desenvolvimento proximal, levando a criança do nível de conhecimento real (conhecimentos prévios) ao nível de conhecimento potencial (conhecimentos adquiridos com a mediação de outros mais experientes).
Por isso, a importância do professor estar sempre buscando formas e alternativas para compreender e acompanhar o desenvolvimento da criança, pois sem entendê-la, dificilmente conseguirá obter resultados satisfatórios.
Entretanto, sabemos que o professor não é o culpado pela educação que temos hoje, com múltiplas repetências, evasões e tantas outras palavras “feias” que escutamos, mas é parte importante do processo. A situação vigente está levando a educação a patamares muito baixos, está contribuindo para a divisão de classes, onde existem pobres e ricos, onde os ricos têm acesso à boa educação e os pobres não. Que cada vez mais, crianças estão passando de ano sem saber ler e escrever, que é o básico. Pela consciência que temos de tudo isso, posso dizer que na escola de tempo integral buscamos oferecer uma educação diferenciada, com tempos de estudos, pesquisa e produções próprias, para que possamos não fazer parte deste quadro caótico, e com isso obtermos uma educação de qualidade, e ao mesmo tempo construindo sujeitos com história própria.
Para Piaget a aprendizagem do estudante será significativa quando esse for um sujeito ativo. Isso se dará quando a criança receber informações relativas ao objeto de estudo para organizar suas atividades e agir sobre elas. Geralmente os professores “jogam” somente os símbolos falados e escritos para os alunos, alegando a falta de tempo. Segundo Piaget esse tempo utilizado apenas para a verbalização do professor é um tempo perdido, e se gastá-lo permitindo que os alunos usem a abordagem tentativa e erro, esse tempo gasto a mais, será na verdade um ganho.

O papel da família na aprendizagem

Toda aprendizagem começa em casa, em meio à família e de maneira informal, mas extraordinariamente marcante, para todo o processo de aquisição de conhecimento que se seguirá ao longo da vida. Sabemos ainda que a família tem as primeiras disposições mentais com as quais a criança vai perceber o mundo social, que mais tarde vão ser complementadas e formalizadas pela escola,mas esse papel não só cabe a família, os meios de comunicação, a igreja e o meio social também têm grande influência na educação das novas gerações.
É importante perceber que o pai, a partir de um determinado momento passa também a fazer parte desse relacionamento, que inicialmente é feito mais com a figura materna, e que sua participação é primordial no processo de aprendizagem.
O relacionamento entre pais e filhos devem ser verdadeiros, ainda que os pais disponham de pouco tempo para estar com os filhos no dia-a-dia, vale mais um contato de dez minutos diariamente com qualidade do que passar um dia inteiro com a criança ao final de um mês como forma de recuperar o tempo perdido, porém sem a atenção devida a criança. Para que os pais façam dos dez minutos momentos prazerosos, é necessário que haja interação e comunicação de sentimentos entre os dois.
É preciso também que a família respeite a criança, no seu estágio de desenvolvimento, em relação a seus sentimentos, sem, contudo, deixar de transmitir valores ou de colocar a ela os limites necessários, o que é fundamental para que ela aprenda não só conteúdos escolares, mas que possa conviver em sociedade, adaptando-se com sucesso, realizando transformações e, principalmente, sendo mais feliz.
Segundo MATURANA, (1997, p.105): […] A escola e a família como fatores externos podem ser consideradas fontes de recurso ou de limites para a criança no seu processo de aprendizagem e desenvolvimento.
Vemos assim, a grande importância e relevância da parceria escola e família, uma vez que ambas são essenciais para o processo de aquisição e desenvolvimento da aprendizagem da criança.
Através da vida em família é onde inicia-se a aprendizagem emocional, nesse momento íntimo aprendemos como nos sentir em relação a nós mesmos e como os outros vão reagir a eles; aprendemos como avaliar nossos sentimentos e como reagir a eles; aprendemos como interpretar e manifestar nossas expectativas.
Porém observamos muitas vezes que […] Não estamos educando a emoção nem estimulando o desenvolvimento das funções mais importantes da inteligência, tais como contemplar o belo, pensar antes de reagir, expor e não impor as idéias, gerenciar os pensamentos, ter espírito empreendedor. Estamos informando os jovens, e não formando sua personalidade. (CURY, 2003, p 15)

Segundo CURY (2003, p. 47)
[…] Querem ser pais brilhantes? Não apenas tenham o hábito de dialogar, mas de contar histórias. Cativem seus filhos pela sua inteligência e afetividade, não pela sua autoridade, dinheiro ou poder. Tornem-se pessoas agradáveis. Influenciem o ambiente onde eles estão.
A realidade na qual vivemos, verifica-se que os problemas são maiores para as crianças cujos pais são grosseiramente ineptos, ou seja, imaturos, viciados em drogas, deprimidos, arrogantes, sem paciência ou simplesmente desnorteados pelo estresse e vivendo de forma desordenada, as famílias desestruturadas, pais vivos mais ausentes. Esta é a realidade da maioria dos nossos alunos da escola de tempo integral Paulo Freire, resume-se que os pais tendem a não cuidar adequadamente dos filhos e, muitos menos, adentrarem em sintonia com as reais necessidades emocionais deles. Alguns assim agem talvez até mesmo pela ausência de conhecimento, pois podem serem vitimas de uma educação marginalizada.

Considerações finais
Podemos perceber que o processo ensino-aprendizagem, envolve diversos fatores como a família, que possui papel importante no início da aprendizagem, mesmo que isso seja informal, após termos a influência da igreja, dos meios de comunicação e do meio social.
A aprendizagem não ocorre somente na sala de aula, mas também fora dela, depende do interesse e do estímulo do aluno, o seu desejo em querer aprender, independente do local e da situação, mas, para a aprendizagem o professor possui papel bastante importante, ocorre a necessidade de doação, estudo constante, relação família- professor- aluno.
O professor e a escola devem atuar dentro da realidade do seu público alvo, pois somente assim terá resultado/êxito.

Bibliografia
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
PILETTI, Claudino. Didática. 15 ed. São Paulo: Ática, 1993.
NUNES, Terezinha. Dificuldades na aprendizagem da leitura: Teoria e Prática. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2003.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 1993.
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 3 ed. Campinas: Autores Associados, 1998
DEMO, P. 2004 Ser Professor é cuidar que o aluno aprenda. Mediação. Porto
Alegre.
DEMO, P. 2004 Pesquisa participante saber pensar e intervir juntos. Liber livro, Brasília.
LUCKESI, Cipriano Carlos, Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo, Cortez Editora, 1996.

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1 Comentário »

  1. Seu texto contém muitas ideias excelentes, mostra grande compromisso com a aprendizagem, preocupa-se com a qualidade da aprendizagem do aluno. Tem boa leitura.
    Meu reparo: dispersa-se com muitos assuntos (professor, avaliação, aprendizagem, motivação), resultando numa proposta pouco profunda. Seria mais produtivo fixar-se num assunto só e ir a fundo, porque nisso está a “cientificidade” de um texto. É importante retirar a impressão de texto feito de frases mais ou menos correlacionadas, mas não bem “tecidas”.
    De todos os modos, está muito bom para começar.
    Pedro Demo

    Comentário por abgailfreitas — maio 4, 2010 @ 5:26 pm | Responder


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