Abgailfreitas's Blog

maio 3, 2010

APRENDER BEM / ROSANA

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 6:28 pm
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APRENDER BEM

ROSANA CARVALHO MATOS
INTRODUÇÃO

Sabe-se que aprender requer esforço e dedicação. Esforço para cada dia está trazendo novas propostas para a sala e dedicação para fazer do trabalho um momento único, proporcionando aos alunos uma aprendizagem qualitativa.
Os alunos se espelham no professor. Se o professor é criativo, dinâmico, autor de suas próprias ideias, com certeza seus alunos também irão ter autonomia, serão pesquisadores e saberão elaborar seus projetos. Pois como diz DEMO: “Um professor que sabe aprender consegue fazer seu aluno aprender.”
O conhecimento deve ser reconstruído ou reproduzido. O aluno deve saber pensar para assim ter uma aprendizagem ampla e eficaz, ele realmente só aprenderá se reconstruir ou reformular suas próprias ideias. No entanto, há aqueles alunos que não conseguem aprender tão fácil e a escola deve ter aptidão para cuidar bem deles e não só passá-los adiante. Assim, eles poderão resgatar o que não aprenderam e se tornarão autores e reconstrutores de seus conhecimentos.
A escola é preparada para transmitir conhecimentos e o aluno está sujeito a aprender. Cabe ao professor encontrar novos métodos que estimulem o aprendizado do aluno. Temos que ter muito cuidado para não sobrecarregar nossas crianças com excesso de atividades, pois ao invés delas aprenderem, elas irão obter um estresse e se desanimam em busca da aprendizagem.
Antigamente, o professor era visto como ser passivo, onde o aluno só podia ouvir o que o professor falava sem dar suas opiniões e tinha que ser assim: o professor falava o aluno obedecia. Hoje, podemos ver o avanço de nossos alunos quando estamos na sala, os mesmos são participativos, dão suas opiniões e discutem os assuntos abordados.
Dessa forma, nossas crianças serão educadas para a vida, pois mostram interesse e dedicação pelos estudos. O professor deve saber orientar e avaliar. O aluno deve ser um bom pesquisador e ter autonomia para melhorar seus conhecimentos, proporcionando uma aprendizagem ampla e despertando novas descobertas.

A LEITURA PARA A VIDA

Para nos tornarmos autores de nossas próprias ideias, a leitura é indispensável. Quando lemos, abrimos novos horizontes em busca de novas conquistas.
Alguns professores se importam apenas com a escrita de seus alunos, levando-os a fazerem “cópia” e não se dão conta de que não há quem não consiga entender um texto se não tiver o hábito da leitura, pois é através da mesma que abrimos nossas mentes e viajamos em busca de novos conhecimentos.
DEMO (2007) diz: “É urgente em nosso país a escola ensinar a ler. Não a leitura da escola para a escola, mas a leitura para a vida”. Ou seja, professores devem motivar os alunos a lerem não só na escola, ou só naquele tempo de estudo. Mas sim, incentivá-los a lerem em casa e sempre reproduzirem o que leram.
Entretanto, não é só nos livros que as crianças poderão habituar-se a ler. A televisão e o rádio também são meios em que a criança pode está atenta à leitura, por exemplo: se a criança ouve uma música, ela poderá escrevê-la e assim estará trabalhando a leitura e a escrita. Os pais só devem ficar atentos e não deixar que eles vejam ou ouçam qualquer tipo de coisa.
Sabemos que nós, professores, temos um compromisso muito grande quanto à leitura e a escrita de nossos alunos, por que somos nós que iremos selecionar o que eles irão ler. Devemos ter muito cuidado quanto a isso, devemos, sobretudo preparar textos que sejam de fáceis interpretações para que eles não se cansem e sintam prazer em produzir seus próprios textos.
Ler é questionar, interpretar, é compreender, conhecer, é também aprender. A leitura profunda que se aprende é aquela que é interpretada, questionada e não só passar os olhos, assim o indivíduo poderá ler um livro inteiro, mas saber o que ele está transmitindo não saberá nunca. Por isso, que se deve ler e fazer anotações de fatos importantes e que elevem o ego do leitor.
Portanto, devemos ser leitores e autores, para que nossas crianças também se tornem autônomas e sintam-se motivadas a fazer o que estamos fazendo. Daí então obterá um conhecimento amplo e enriquecedor.

NOVAS TÉCNICAS E MOTIVAÇÃO AJUDAM NO APRENDIZADO

Com o passar do tempo, os professores vão adquirindo novas técnicas para tanto prender os alunos na sala como fazer com que os mesmos absolvam essas técnicas adotadas por eles.
Segundo IÇAMI TIBA (1996) “O professor precisa provocar, captar a atenção dos alunos para o que ele está falando. O que a gente vê não esquece, o que nem sempre ocorre com o que lemos” Ou seja, o professor deve saber ouvir, se expressar com clareza, tanto oralmente como por escrito. Deve elaborar seus tempos de estudos e se programar para não chegar à sala e ficar perdido. Deve, sobretudo, ter domínio de sala e saber usar o espaço escolar com uma didática diferente que estimule no aluno o gosto da aprendizagem.
A motivação produzida pelos bons tempos de estudos corresponde também ao fato de se alcançarem melhores resultados com menor esforço e tempo, isso quer dizer que se aprende mais e melhor.
Evidentemente, a motivação é um fator relevante dentro da aprendizagem. Se o professor se esforça em levar várias técnicas, dinâmicas e um jeito novo de explorar seus conteúdos, se o aluno não tiver motivação, isso tudo é em vão. Ele não vai aprender se não tiver motivado. Mas, se o professor faz um preparo e motiva seu aluno, ele vai realmente aprender com mais facilidade e se sentirá seguro de que essas aprendizagens servirão para um melhor desempenho no dia-a-dia.
Sem motivação não há aprendizagem, não adianta insistir. Recompensas e punições também não resolvem se o aluno não quiser aprender. Qualquer pessoa motivada orienta seu comportamento para os objetivos que possam satisfazer suas necessidades. Em educação, é importante que os objetivos propostos pela escola e pelo professor coincidam com os objetivos do aluno. Caso contrário, ele não se preocupará em atingi-los, pois, não satisfarão suas precisões. De nada adianta o aluno estar motivado, ter um objetivo, se não for capaz de atingir suas próprias necessidades.
Não só os professores, os pais também devem motivar os filhos a estudarem com total prazer. Devem ajudar nas tarefas de casa e participar da vida escolar do filho. Até os anos 80 a presença da família e da comunidade na escola era apenas em prol de alguma comemoração. Então, os governantes passaram a dar lugar à comunidade e a família a atuarem na vida escolar e assim desenvolver uma educação melhor e de qualidade.
Com o passar dos anos, a família teve uma participação mais ativa e em campo mais aberto para atuar na vida escolar dos seus filhos. A família chega a participar de muitos atos escolares como, alguns eventos que interagem escola, família e comunidade. Mesmo que a qualidade de participação seja um público pequeno e quase sempre as mesmas pessoas, isso já é um avanço rumo ao aprendizado do aluno.
A participação da família na escola é fundamental para o desenvolvimento intelectual do cidadão e cabe aos pais terem responsabilidade de motivar e acompanhar a vida escolar de seus filhos.

PROBLEMAS QUE AFETAM A APRENDIZAGEM

O fracasso escolar é um dos problemas que vem incomodando tanto os pais como os professores e vem sendo destaque na imprensa. Mas para acabar com esse problema que vem prejudicando os alunos, os nossos governantes a cada ano vem procurando melhorar a aprendizagem no nosso país. Criando e adotando várias medidas para melhorar este quadro, capacitando os professores, fazendo com que os mesmos venham adquirir novos conhecimentos.
Professores e alunos devem buscar, criar, inovar, construir e reconstruir, para não ficar na mesmice e virar rotina. O educador que é compreensivo e dedicado, ele será visto como um professor amigo que pode ajudá-lo a corrigir os seus erros e ensinando-o a não ter medo de errar. Assim, o aluno crescerá cada vez melhor.
A aprendizagem envolve a organização da matéria de maneira eficiente e significativa para o aprendiz. Dessa forma, o professor deve preocupar-se não só com a extensão da matéria, mas, principalmente com sua estrutura.
Um fator que nunca deixou de existir é a famosa “decoreba” que alguns alunos nãos se interessam em aprender aquilo que seu educador transmite no decorrer do ano letivo. Muitos, por que não têm ânimo, motivação, outros por não terem frequência na sala. Aprender realmente é preciso, alguns alunos se interessam em decorar o conteúdo e não levam em conta de que, para se ter uma boa aprendizagem, entender é o melhor caminho.
Muitas dificuldades escolares surgem exatamente porque o aluno não está preparado para as aprendizagens que lhes são propostas. Os tempos de estudos e o treinamento antes da maturação adequada podem ser inúteis e até prejudiciais. Mas é possível desenvolver a motivação proporcional e as habilidades antes do período considerado normal, para isso o professor deve apenas ter o material adequado.
A preocupação da escola e dos professores têm sido a de criar tais condições para que o aluno tenha vontade de aprender. Sem duvida, não é fácil, pois precisa haver uma necessidade ou desejo dele mesmo. Resolver este problema é sem duvida, uma das tarefas mais difíceis que o professor enfrenta. Uma possibilidade é fazer com que o trabalho educacional parta sempre das necessidades que o aluno já traz, introduzindo ou associando a elas outros conteúdos ou motivos. Outra possibilidade é criar novos métodos que desperte o interesse do aluno.
A indisciplina também é um dos problemas que não deixa os alunos aprenderem, é de suma preocupação do professor e da escola. São várias as causas que se pode chegar a um aluno indisciplinado e dificilmente se chega à conclusão deste problema.
Primeiramente, deve-se ver de onde é originada a questão da indisciplina, a partir daí se torna possível conhecer os motivos que levam os indivíduos a se comportarem de forma inadequada. Antes de julgar qualquer aluno, é necessário verificar a realidade da família, o social, o psicológico, a escola e muitos outros.
FANTE (2006) sugere que alunos inseguros e carentes sentem necessidade de chamar atenção para si e pertencer a um grupo, utilizando como meio comportamentos considerados inadequados ou indisciplinados. A meu ver, os alunos indisciplinados muitas vezes agem dessa forma por que querem aparecer, mostrar que existem ou chamar atenção. Outras vezes, só querem ser ouvidos por alguém, agindo de maneira bruta e rebelde.
O espaço dentro da escola também influencia. Algumas escolas não têm tempo de recreação, assim os alunos passam o tempo todo dentro da sala e não tem como gastarem suas energias. Isso também pode ser um dos quesitos que geram a indisciplina. A família também é reflexo para as crianças, as mesmas podem ser vindas de famílias destruturadas onde os pais brigam e assim elas reproduzem o que vivenciam em casa.
Nós professores devemos ter muito cuidado quanto à indisciplina de nossos alunos, devemos saber a causa e tentar amenizar a situação conversando e agindo de forma amigável e carinhosa. Pois, se agirmos da mesma forma deles só iremos piorar a situação e podemos até perder a autonomia e ficar como motivo de deboche para os mesmos.

EDUCAR ATRAVÉS DA PESQUISA

A pesquisa é a forma mais adequada de se adquirir conhecimento, pois é através dela que iremos tirar nossas dúvidas e incertezas e assim, termos a certeza de que somos capazes de buscar, criar, inovar, recriar e acima de tudo aprender.
Evidentemente, a pesquisa enriquece e eleva o ego do ser humano, levando-o a se sentir dono do saber. Além do mais, é buscando que se conhece, é conhecendo que se aprende, é aprendendo que se tem a certeza. É tendo a certeza que se pode passar uma informação com responsabilidade social, para assim interagir de forma correta com todos.
Segundo a proposta Aprender Bem, a pesquisa e a elaboração andam juntas no processo de aprendizagem, tanto do aluno quanto do professor. Para isto, ambos devem estar cientes que a elaboração própria é fundamental para o seu conhecimento.
Nós educadores, devemos estar sempre nos informando, procurando inovações, dialogando e buscando sempre novos métodos que enriqueçam o aprendizado do aluno. Pois, servimos de espelhos para que nossos alunos também sejam sujeitos capazes de fazer suas próprias histórias.
O professor deve deixar de ser instrucionista e fazer com que o aluno seja reconstrutor de suas próprias ideias. Devemos dá o direito de o aluno errar, pois como diz Demo: “Quem não erra, nem duvida, não pode aprender.” Ou seja, é errando que se aprende, é duvidando que aprendemos a pensar. O profissional da educação deve sempre reconstruir conhecimentos, ao invés de passar horas na sala fazendo transmissões decadentes ao aluno, devemos motivá-los a reproduzirem, fazendo boas leituras e investindo nisso todo cuidado possível.
Devemos desafiar e estimular o aluno dando a eles a oportunidade de crescer. Só cresce quem vai à busca de novos horizontes, sendo assim não devemos dar nada pronto para o aluno, devemos oferecer a eles o direito de pesquisar, elaborar, construir e reconstruir, para que se tornem autônomos e obtenham resultados mais amplos.
DEMO afirma que: “Se o professor aprende bem, o aluno também aprende bem.” Ou seja, se não elaborarmos, não pesquisarmos, não pesquisarmos, não procurarmos adquirir novos conhecimentos, como iremos passar uma boa informação para nossos alunos? Cabe a nós professores, esforçarmos para cada dia melhorar e educá-los para a vida, fazendo o uso da aprendizagem por meio da pesquisa.
Nunca devemos nos acomodar e parar de buscar só por que achamos que já sabemos o suficiente. Devemos sempre ir em direção ao desconhecido e não ter medo do novo, pois é a direção de quem se preocupa realmente em fazer a diferença, em solucionar problemas. É buscando soluções que iremos aprender cada dia mais, com segurança e responsabilidade.
A educação desenvolvida através da pesquisa procura inovações das práticas nos tempos de estudos. Inovações estas, que ficam marcadas pelo incentivo e motivação tanto dos alunos quanto dos professores. Para que essas mudanças aconteçam, ambos devem sempre estar se preparando e reconstruindo conhecimentos.
Segundo DEMO (1997) “A pesquisa assume um papel fundamental nessa nova etapa da educação.” Ou seja, que o interesse é fazer com que alunos e professores dêem mais importância a pesquisa, pois é ela quem proporciona um melhor conhecimento. A função da escola e do professor é assumir um papel inovador e inquiridor, que ajude no seu desenvolvimento profissional.
A importância da pesquisa para o aprendizado do cidadão é muito eficaz e edificadora, acredito que a pesquisa deve ser considerada como a base no processo de aprendizagem que surge no dia-a-dia nas escolas. Pois a pesquisa leva o aprendiz a participar mais e a produzir melhor.
Educar pela pesquisa tem como objetivo incentivar, criar, produzir, saber pensar e aprender. É ir contra a cópia e sim, fazer com que o mesmo seja autor das suas próprias ideias e de seus conhecimentos. A pesquisa é uma fonte que abre nossas mentes para podermos ter autonomia no que vamos fazer.
Para muitas pessoas, educar parece ser tão simples. Mas educar não é só ficar horas em frente dos alunos e começar a falar, sem se preocupar se eles estão aprendendo ou não. No entanto, como professores não podemos deixar de ver se a criança está adquirindo conhecimentos com os métodos que estamos adotando.
Uma das preocupações que surge escola é valorizar o aprendizado do aluno. Por isso a atitude do professor é de estar em constante pesquisa, buscando e compreendendo o que está ocorrendo, os mesmos devem procurar analisar os erros e os acertos que os alunos cometem e serem os mediadores do conhecimento. Para tanto, nós professores devemos estar nos aperfeiçoando, pesquisando e nos autoformando, para cada vez mais melhorar a aprendizagem de nossos alunos.

AVALIAÇÃO NA APRENDIZAGEM

A avaliação ainda está sendo vista como arma classificatória, onde o aluno que não se dá bem nas provas é reprovado. Entretanto, sabemos que a avaliação deve ser vista com outros olhos, pois tudo que o aluno faz é algo significativo por que adquiriu através de conhecimentos. Além disso, a avaliação é indispensável na aprendizagem. Deve ser feita sempre que o aluno produz em favor de uma determinada atividade. Pode ser feita individualmente ou coletiva, conforme o mediador propõe aos alunos.
Com as novas metodologias, o professor deve seguir o ritmo do aluno, investigando e esclarecendo dúvidas e ainda, visando às experiências obtidas por ele. Na escola a avaliação existe para saber o aproveitamento do aluno quanto ao seu aprendizado, possibilita ao mesmo o direito de aprender bem. Tem como objetivo, saber como estão os conhecimentos adquiridos pelos alunos, verificando suas dificuldades, mudanças e avanços.
Pode-se dizer também que a avaliação tem assumido uma função de selecionar as pessoas, excluindo aqueles que têm menos capacidade, com problemas de aprendizagem, aqueles que não se interessam de estudar e outros.
No entanto, a avaliação é fundamental tanto para os alunos quanto para os professores, é através dela que podemos saber onde o aluno está acertando ou errando, orientando-os na correção dos erros. Mas, diante disso nós professores, devemos saber que avaliar não é só medir o quanto o aluno acumulou em informação e sim a qualidade de conhecimento que ele conseguiu produzir.
Avaliar é investigar, analisar, é apreciar o que o aluno faz, pois tudo que ele faz é de suma significância para o seu próprio aprendizado, principalmente quando tem a oportunidade de ter um professor dedicado, que se preocupa em conhecer e suprir toda dificuldade e necessidade que o aluno apresenta.
Dessa forma, o professor tem que rever sua maneira de trabalhar, analisando-a conforme o desenvolvimento dos seus alunos, através da avaliação tem a oportunidade de mudar e fazer a diferença. Possibilita também aos alunos serem diferentes e capazes de serem reconstrutores dos seus próprios conhecimentos.
Para LUCKESI (1999): “A avaliação que se pratica na escola é a avaliação da culpa. Aponta ainda, que as notas são usadas para fundamentar necessidades de classificação de alunos, onde são comparados desempenhos e não objetivos que se deseja atingir”. O autor enfatiza que, a avaliação não deve ser vista como uma punição. Mas, para que professores e alunos consigam atingir os seus objetivos. A nota não é mérito só do professor, mas também do próprio aluno.
Avaliar é importante e necessário, é através dela que podemos saber se o aluno está avançando ou não, como: seu comportamento com outros colegas, na escrita, leitura, compreensão e produção de texto. O professor também é avaliado a cada momento, a avaliação deste é dada pelos resultados obtidos pelos seus alunos. Se o aluno aprendeu bem, com certeza teve um bom mediador.
A família deve está associada com a escola para saber os rendimentos dos filhos, para quando chegar ao fim do ano não jogar toda a culpa só no professor, por não ter sido um bom mestre. Muitos pais culpam os professores pela má aprendizagem dos filhos. Por exemplo: quando se tem uma sala de vinte alunos e um professor, se um ou dois alunos não conseguem entender a matéria, o corpo docente da escola deve averiguar o porquê de eles não aprenderem. Porém, se a maioria dos alunos não aprende, o problema está com o professor. Ele deve auto-avaliar-se para ver a questão não foi trabalhada ou mal elaborada. Assim ele vai ver que o aluno aprenderá melhor.
VASCONCELLOS (2000) diz: “Tanto a avaliação educacional como a escolar são meios, e não fins em si mesmas (…). Propõe a forma de avaliar começando pela mudança de postura do educador”. Ou seja, que o educador invista no seu potencial, para garantir a aprendizagem de todos os educandos.
Enfim, para avaliarmos é necessário observarmos e levarmos em consideração aspectos, dados e valores para que dessa forma tenhamos uma boa compreensão no que for avaliado e possamos ser coerentes no executar desta ferramenta didática.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DEMO, Pedro. Leitores para sempre, Porto Alegre. Editora Mediação, 2ª edição, (2007)
DEMO, Pedro. Professor e Pesquisa (6) -pesquisa na internet- (2009).
DEMO, Pedro. Professor do futuro e reconstrução do conhecimento – 3 ª edição.
FANTE, C. Bullying escolar: prevenção do problema começa pelo conhecimento. Jornal Unesp, Rio Claro, jul 2006. –pesquisa na internet-
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, (1999).
TIBA, Içami. Disciplina, limite na medida certa. São paulo: Gente, (1996).
VASCONCELLOS, Avaliação: Concepção dialético-libertadora do processo de avaliação, escolar 11ª edição. São Paulo: Libertad, (2000).

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1 Comentário »

  1. Seu texto está repleto de ideias brilhantes, muito pertinentes, mostrando compromisso enorme com a aprendizagem dos alunos. Passar por vários horizontes importantes, revelando que tem visão bem ampla da educação.
    Mas seu texto tem um tom disperso, porque aborda temas em excesso (avaliação, pesquisa, novas tecnologias, leitura etc., etc.) sem conferir aprofundamento. Em certo sentido, é uma coleção de tópicos. Um texto científico ataca um assunto bem delimitado e aprofunda até onde possível, com boa teorização e fundamentação.
    Para começo, no entanto, está muito bom.
    Pedro Demo

    Comentário por Pedro Demo — maio 4, 2010 @ 11:35 pm | Responder


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