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maio 3, 2010

APRENDER BEM/ ELLEN NUBIA

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 7:36 pm
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APRENDER BEM

ELLEN NÚBIA FEITOSA COSTA DA SILVA

“O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas”. Jean Piaget.

1.INTRODUÇÃO

Analisando de forma global a expressão “aprender bem”, percebemos a rede de significações que se escondem por traz dela, essencialmente quando estamos nos referindo à aprendizagem escolar, o que denota a importância de voltamos nosso olhar para diversos aspectos intrínsecos à educação formal.
O termo “aprender bem”, encontra-se ligado a uma educação de qualidade que consiga alcançar nosso objetivo primordial: fazer com que nossos alunos tenham uma educação de qualidade para que aprendam e se tornem cidadãos sujeitos de suas próprias histórias , o que nos reporta ao objetivo maior da educação que segundo nossa Constituição Federal em seu Art. 205 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB-9.394/96), artigo 2º é “(…) o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”
Atualmente, entretanto, temos plena consciência de que esse objetivo não vem sendo alcançado, pois os índices estatísticos são muito negativos e vem evidenciando a pouca eficiência das escolas, principalmente das públicas. Sendo assim, para alcançamos tal finalidade, temos que promover profundas modificações na estrutura educacional existente e que há séculos encontra-se enraizada em nossa cultura.
Sabemos que não existem escolas iguais, nem tão pouco, salas de aulas iguais, ou mesmo alunos iguais,por isso, fórmulas mágicas, prontas e acabadas não conseguem dar conta do recado. Muito mesmos acréscimos de aulas ou anos de estudo como recentemente aconteceu com o Ensino Fundamental. O problema é, a nosso ver, mais de ordem metodológica e social. Metodológica no sentido das formas, ações e modelos utilizados e social relacionado às mudanças ocorridas na sociedade ao longo dos anos que não modificou de modo significativo tais ações. Afinal, se a sociedade mudou, a educação tem que mudar junto para não se tornar sem eficácia.

2. PANORAMA ATUAL

Para entendermos o que é aprender bem, temos que analisar o que seria aprender mal. E para tanto, basta voltar nosso olhar à realidade educacional atual do nosso país e ao fracasso que vem enfrentando ao longo das últimas décadas.
Nossos currículos, métodos avaliativos e principalmente nossas práticas pedagógicas ultrapassadas, não estimulam a aprendizagem, pois ainda encontram-se muito presos as aulas expositivas, sem graça, repetitivas e não conseguem mais prender a atenção dos alunos, que mesmo assim, posteriormente terão que dar conta dos conteúdos despejados sobre eles, através de avaliações puramente quantitativas, muitas vezes mascaradas como qualitativas, mas que sempre se reduzem a uma classificação numérica dentro de uma escala de zero a dez.
Tudo que vemos na maioria das escolas é muito diferente das lindas teorias, tantas vezes estudadas e poucas vezes colocadas em ação. A pedagogia libertadora que leva o aluno a pesquisar, refletir e construir seu conhecimento e sua autonomia enquanto sujeito e cidadão, ainda é bastante insatisfatória, pois infelizmente o que vemos é apenas repetição automática de conhecimento, sem pesquisa e sem reflexão, que não leva nem a aprendizagem que dirá a autonomia dos alunos.

3. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA

Todos os esforços pedagógicos dentro da escola atual se organizam para o repasse dos conteúdos exigidos pelo currículo. Currículo este muitas vezes descontextualizado da realidade dos alunos. Segue-se o cronograma das aulas, quase sempre determinando o tempo exato que se levará com este ou aquele conteúdo, sem levar em consideração o tempo necessário para a aprendizagem dos alunos.
O mais importante na concepção pedagógica que prevalece em nossas escolas são as aulas cronometradas e divididas em áreas de conhecimento: matemática, português, história, etc., sem muita interdisciplinaridade. Sendo assim, compreendemos onde se encontra grande parte do fracasso. Talvez esta postura pedagógica tenha funcionado em outros tempos, mas nos dias atuais esta prática não funciona mais.
Uma concepção educativa que favoreça o aprender bem, considera em primeiro lugar a aprendizagem dos alunos de acordo com a época em que vivem, ou seja, articulada com o presente e não com o passado. Se vivemos na era tecnológica da comunicação virtual, como podemos mediar a aprendizagem usando como ferramenta principal a oralidade do professor em reproduzir o conhecimento historicamente acumulado? Muitas vezes se norteando principalmente através de livros didáticos elaborados por pessoas que desconhecem a realidade vivida por aquele grupo de alunos, tudo isso frente à passividade do aluno em ouvir e de alguma forma conseguir captar esses conhecimentos para usá-los apenas para a obtenção de notas nas provas bimestrais. Temos que considerar também que o conhecimento não pode ser repassado como se fosse um fardo que o professor carrega de um lado para o outro e vai despejando um pouco hoje, mais um pouco na próxima aula, até ter descarregado tudo em cima dos alunos.
O conhecimento para ter significado deve ser elaborado e reelaborado pelos sujeitos do processo educativo para uma busca constante de construção e problematização do que se aprende.Empapuçar-se com conteúdos fragmentados e sem sentido real só serve para desestimular a aprendizagem, pois muitos conteúdos não fazem sentido algum, não dizem nada ao aluno e por isso muitas vezes eles perguntam por que tem que aprender isso ou aquilo, uma vez que não conseguem ver um sentido prático no que estar sendo repassado.
A mudança para uma educação capaz de fazer os alunos aprenderem bem deve ser radical e permear todas as estruturas do processo educativo. A começar pelo currículo que não pode ser um programa fechado com conhecimentos estabilizados, mas sim um instrumento flexível em constante construção que coloque o aluno e sua aprendizagem em primeiro lugar e não a ênfase nos conteúdos.
Para aprender bem nossos alunos precisam de um ambiente renovado em que sua função primordial não é ouvir, pois já sabemos que essa premissa só tem nos levado ao fracasso. O ambiente deve ser de pesquisa e elaboração de conhecimentos, através da participação, da motivação, da interação e do uso de tecnologias do nosso tempo. Nada mais familiar ao aluno do que aprender com a ajuda de ferramentas do seu cotidiano, como por exemplo, o computador, os jogos eletrônicos e a internet.
Como professores, temos que observar, pesquisar e construir formas de fazer com que o aluno aprenda bem e isso depende de cada aluno, de cada turma, não adiantar tentar padronizar uma metodologia, pois o que pode dar certo com certos alunos, pode não dar com outros.

3. ATUAÇÃO DOCENTE

Todos os aspectos da dinâmica educativa são importantes, mas a atuação do profissional da educação é primordial, pois ele é o “cuidador” da aprendizagem dos alunos e para que haja boa aprendizagem é essencial à qualidade do trabalho docente. Em outras palavras, para que o professor seja capaz de fazer o aluno aprender bem, ele também tem que aprender e reaprender constantemente.
Além de dominar o conhecimento, tem que ser capaz de transformá-lo, de construí-lo e reconstruí-lo. Desse modo, para desempenhar bem seu papel deve colocar-se como um incansável pesquisador. Pesquisador de conhecimentos, de suas práticas pedagógicas, de sua realidade e da realidade de seus alunos, dos processos de aprendizagem, enfim muitas são as investigações pertinentes ao docente, ou seja, tem que voltar sua “prática educativa para a pesquisa e assumir-se como sujeito capaz de investigar, questionar e construir/reconstruir com base na pesquisa e elaboração própria” (DEMO:1994).
O professor deve colocar o aluno como figura central do processo educativo e não as aulas e os conteúdos, sem esquecer que sua mediação é fundamental para a boa aprendizagem, pois bom professor é aquele que consegue através de sua intervenção que o aluno aprenda bem. Entretanto, para que isso aconteça, ele tem que ter uma boa formação, valorização profissional e motivação para o trabalho.

4. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Dentro do contexto da aprendizagem, não podemos deixar de analisar a avaliação, uma vez que é um processo que está ligado à educação.
Avaliar em um sentido amplo significa determinar o valor de algo, julgando, analisando e refletindo nossos atos para, a partir daí, agir com mais segurança em todos os aspectos de nossas vidas.
Podemos dizer que a avaliação estar presente em todas as atividades humanas, fazendo parte do nosso dia-a-dia, pois estamos sempre analisando e avaliando questões que se apresentam em nosso cotidiano. Assim, a avaliação encontra-se presente em todos os processos humanos em que se precisa julgar os meios pelos quais se pode obter êxito e eficiência para conseguir determinados objetivos, seja qual for a área de atuação, dessa forma, a educação não fica a margem dessa premissa. De acordo com LUCKESI (2004, p. 1):
A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente na vida de todos nós que, de alguma forma, estamos comprometidos com atos e práticas educativas. Pais, educadores, educandos, gestores das atividades educativas públicas e particulares, administradores da educação, todos, estamos comprometidos com esse fenômeno que cada vez mais ocupa espaço em nossas preocupações educativas.

A avaliação escolar consiste em um processo de reflexão que envolve todo o universo escolar, extrapolando os limites da sala de aula, ou seja, toda ação pedagógica é passível de avaliação e depende muito da concepção educativa de quem avalia, pois ela não é um processo neutro, uma vez que quando avaliamos nos debruçamos sobre bases teóricas nas quais acreditamos. Assim, a avaliação é uma questão político-pedagógica que deve abranger as concepções de homem, de sociedade e de educação que interferem em nossas práticas pedagógicas. Então, devemos entendê-la como uma reflexão constante de nossa prática educativa, o que nos levará a uma autocrítica que certamente refletirá em uma aprendizagem de mais qualidade.
A avaliação da aprendizagem é o acompanhamento do processo de desenvolvimento e transformação dos alunos e não apenas atribuição de notas para o desempenho dos educandos. Ela é o acompanhar da construção do conhecimento dos alunos principalmente de forma qualitativa.
Na educação, a avaliação deve acontecer de forma organizada e planejada de acordo com as normas que regem o Sistema de Ensino. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB Nº. 9394/96 em seu artigo 24, inciso V, alínea a, ressalta que a avaliação deve ser contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
O que expressa a importância de referenciais claros no processo avaliativo, não podendo limitar-se à verificação da aprendizagem de conteúdos ou atividades, fazendo uso somente de provas e notas, embora façam parte do processo. Por isso, a avaliação deve contemplar uma concepção mais ampla, uma vez que envolve formação de juízos e apreciação de aspectos qualitativos. Esta deve ser compreendida como uma ação reflexiva do processo da aprendizagem, pois é um instrumento essencial no desenvolvimento da mesma. Segundo LUCKESI (2004, p.14):
Em síntese, avaliar a aprendizagem escolar implica estar disponível para acolher nossos educandos no estado em que estejam, para, a partir daí, poder auxiliá-los em sua trajetória de vida. Para tanto, necessitamos de cuidados com a teoria que orienta nossas práticas educativas, assim como de cuidados específicos com os atos de avaliar que, por si, implicam em diagnosticar e renegociar permanentemente o melhor caminho para o desenvolvimento, o melhor caminho para a vida. Por conseguinte, a avaliação da aprendizagem escolar não implica aprovação ou reprovação do educando, mas sim orientação permanente para o seu desenvolvimento, tendo em vista tornar-se o que o seu SER pede.
Desse modo, avaliar tem uma função especial para professores e alunos, pois para o professor a avaliação favorece a reflexão contínua de sua prática pedagógica, contribuindo com a construção de um planejamento que atenda às reais necessidades dos alunos, já para o aluno, a avaliação é um instrumento de tomada de consciência de suas conquistas e dificuldades.
Por ser a avaliação um momento de encontro e diálogo é necessário que a ação avaliativa ofereça subsídios para os educadores refletirem sobre a prática pedagógica, no intuito de procurar identificar os conhecimentos prévios do aluno, auxiliando-o no seu processo de desenvolvimento. De acordo com GADOTTI (1990), “a avaliação é essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebida como problematização, questionamento, reflexão sobre a ação.”
Desse modo, podemos perceber a importância de uma avaliação comprometida com o aprendizado significativo do aluno e a tomada de consciência do educador frente às ações pedagógicas que realiza, pois através de uma avaliação global, ele poderá refletir sobre as mesmas e verificar quê mudanças poderá efetuar caso não esteja alcançando seus objetivos. Segundo HOFFMANN (2003, p.17):
A avaliação é a reflexão transformada em ação. Ação, essa, que nos impulsiona a novas reflexões. Reflexão permanente do educador sobre sua realidade, e acompanhamento de todos os passos do educando na sua trajetória de construção do conhecimento. Um processo interativo, através do qual educandos e educadores aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade escolar no ato próprio da avaliação.

Refletindo sobre o que a autora coloca, ressaltamos a avaliação como parte essência do processo de aprendizagem, uma vez que ela é um caminho a seguir em direção a um fazer pedagógico voltado para a promoção do aluno rumo a um aprendizado de qualidade.
Avaliar o aprendizado é uma questão bastante complexa, pois nos leva a vários questionamentos: como medir os conhecimentos dos alunos através de um dado numérico? De que modo estabelecer princípios avaliativos que considerem integralmente os alunos? Esses e muitos outros questionamentos rondam a cabeça dos educadores quando se trata de avaliação. De acordo com HOFFMANN (2003 p.24-25):

Embora os professores ainda relacionem estreitamente a ação avaliativa a uma prática de provas finais e atribuição de graus classificatórios (coerente a uma concepção sentenciva), criticam eles mesmos o significado dessa prática nos debates em torno do assunto. (…) a avaliação, na escola, vem sendo considerada um ato penoso de julgamento de resultados. Essa concepção, consciente ou inconsciente, transformou-se e sedimentou-se numa prática coletiva angustiante, embora exercida pela maioria.

Ao analisar essa fala da autora nos reportamos a nossa própria experiência enquanto profissional da educação, uma vez que atribuímos notas a nossos alunos muitas vezes somente através do resultado que obtiveram em testes e provas, sem levar em consideração o todo do aluno, afinal o sistema de ensino atual exige que o façamos de forma burocrática e excludente, pois quem se sai bem nas provas passará e quem não se sair terá que recuperar através de outra prova. É por isso que nos perguntamos, será que é justo com os alunos esse método avaliativo classificatório e medido simplesmente por uma nota e nada mais? Claro que não, enquanto educadores temos que avaliar nossos alunos de forma global, analisando todos os aspectos que envolvam a aprendizagem para não corrermos o risco de cometermos injustiças desnecessárias em nossas práticas pedagógicas.
LUCKESI (2004, p.1-2) complementa ao escrever que:

A avaliação da aprendizagem não é e não pode continuar sendo a tirana da prática educativa, que ameaça e submete a todos. Chega de confundir avaliação da aprendizagem com exames. A avaliação da aprendizagem, por ser avaliação, é amorosa, inclusiva, dinâmica e construtiva, diversa dos exames, que não são amorosos, são excludentes, não são construtivos, mas classificatórios. A avaliação inclui, traz para dentro; os exames selecionam, excluem, marginalizam.

Sendo assim, devemos avaliar não para classificar e separar os que sabem dos que não sabem, mas sim para diagnosticar, para saber de onde devemos partir em busca da construção coletiva do conhecimento e de uma prática pedagógica libertadora e acima de tudo que faça o aluno aprender.

5. PARA CONCLUIR

O bom aprendizado depende de todos os aspectos educacionais que acontecem no interior da escola, desse modo, pensando na forma como se encontra atualmente estruturado o processo educativo em nossas escolas, percebemos que o trabalho rumo a uma educação de qualidade para todos é uma realidade distante de muitas delas.
Percebemos o quanto nossos alunos estão ávidos por momentos de estudos mais dinâmicos e mais contextualizados com nosso tempo. Eles estão saturados dessa “panacéia desvairada” em que se tornou a educação em nosso país, resumida em horas-aulas, onde o professor fala, fala e fala exaustivamente, enquanto eles meros ouvintes, fingem que aprendem.
Muitos estudiosos da educação acham que o problema pode ser minimizado, aumentando-se os anos de estudo. Entretanto, temos consciência que esse acréscimo em nada resultará, uma vez que o problema não estar relacionado com o tempo de escolaridade e sim com a qualidade da mesma.
Para que o aluno aprenda bem, devemos aliar uma concepção pedagógica com a oportunidade de ofertar aos alunos tempos de estudos que possibilitem uma formação voltada para a participação e a criticidade, numa construção dinâmica do conhecimento. Utilizando para tanto, metodologias engajadas com as novas tecnologias, tão presentes no cotidiano do aluno e se não estão, que a escola seja um local de acessibilidade a essas tecnologias.
Sem desconsiderar a importância de uma avaliação formativa como termômetro do processo, uma vez que tem a função de permitir a constatação do aprendizado dos alunos, possibilitando informações ao professor e aos alunos sobre o rendimento e as deficiências existentes na dinâmica educativa, além, é claro de possibilitar também a autocrítica do professor em relação ao trabalho desenvolvido. Afinal é o trabalho do professor, a forma como ele o realiza e as ferramentas de que dispõe que podem ou não levar o aluno a aprender bem. Ele é, portanto, um dos pontos estratégicos na melhoria da qualidade da aprendizagem em nosso país. Talvez se os esforços governamentais estivessem mais voltados para a essência e excelência dessa prática estaríamos mais próximos do nosso êxito educacional.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Congresso Nacional. LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Brasília, DF: Senado Federal, 2004.

BRASIL. Congresso Nacional. Constituição Federal. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Templo Brasileiro,1994.

___________. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 1996.

GADOTTI, Moacir. Educação e poder; introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 1984.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desfio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediação, 2003.

LUCKESI, Cipriano Carlos. O que é mesmo avaliar a aprendizagem? Disponível em Acesso em: 23/10/09.

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1 Comentário »

  1. Muito pertinentes suas ideias, mostrando enorme compromisso e visão ampla. De fato, o desafio de aprender implica uma caminhão de fatores, todos importantes.
    Mas aí está um problema: seu texto aborda muitos temas, por vezes parece uma coleção de temas, mas não aprofunda suficientemente. Um texto científico foca num ponto e o leva a fundo, com boa base teórica e analítica.
    De todos os modos, está bom demais para o primeiro passo.
    Pedro Demo

    Comentário por abgailfreitas — maio 4, 2010 @ 5:34 pm | Responder


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