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julho 2, 2010

indisciplina escolar /SABINA

Filed under: Uncategorized — abgailfreitas @ 7:47 pm
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indisciplina escolar

Por: Sabina carneiro Fernandes(2010)

Vamos refletir:
“A criança precisa
mais
de exemplos
do que de conselhos.”

O presente texto objetiva abordar a questão da indisciplina na escola, bem como apontar algumas sugestões para que possam ser se não resolvida, mais amenizadas, uma vez que a indisciplina no contexto escolar é um dos temas que movimenta gestores, professores, técnicos, pais e alunos, vivemos na atualidade, momentos de descontrole emocional, onde o tumulto desenfreado invade quase todas as áreas do comportamento humano e da convivência social, bem como as reações doentias nas mais diversas circunstancias, onde as crianças, jovens e adultos, mal suportam umas as outras, explodindo por motivos irrelevantes, sem significados, armando-se de mal humor. O que deixa transparecer é que trata-se de uma guerra não declarada, cujos efeitos perniciosos aterrorizam a comunidade escolar bem como a sociedade em geral.
Percebemos um aumento assustador de agressividade por parte dos educando, isso é percebível não só na ETI, mais em todas as escolas, ou ainda em nível nacional onde as dificuldades são tantas que professores e gestores até pensam em abandonar suas profissões devido às dificuldades enfrentadas dentro e fora do espaço escolar, fora porque ao saírem das dependências da escola muitas das vezes os alunos partem para resolver questões já iniciadas, mas como tem a supervisão atenta dos educadores eles deixam para concluírem ao sair da escola, isso nos faz perceber o quanto é grave a questão da violência em função da indisciplina.
Tais agravantes tornam ainda piores, ficando quase que insuportáveis quando observamos, por exemplo, os fatores que contribuem para essa temática, dentre os quais podemos citar: suborno do tráfico, as drogas, bebidas alcoólicas e principalmente a falta de compromisso por parte das famílias, o que implica mais o fato da indisciplina, sabendo que a criança tem e deve ser assistida desde a infância para que possa tornar-se um jovem/adulto com caráter, haja vista que a criança como nos remete o provérbio “A criança quando nasce é uma página em branco, desprovida de preconceitos, conceitos, maldades, etc. Com o passar dos anos o caráter da criança vai sendo formado com aquilo que ela recebe daqueles que estão ao seu lado e também pelo meio em que vive”
Com tudo o que percebemos e a falta dos diálogos domésticos saudáveis entre pais, filhos, cônjuges e parceiros, que se agridem mutuamente, sempre ressentidos, extrapolam do lar em direção a via pública, e os reflexos se firmam principalmente nas escolas, onde a maioria das crianças é vitimas dessas desavenças, não só presenciando-as, mais até mesmo sendo agredidas de várias formas pelos pais ou parentes, de forma que perdem a confiança e o respeito pelos demais. De maneira que quando chegam à escola transformam esta em um campo de batalha.
Como resultados desse desequilíbrio desde a infância podem observar os crimes hediondos, asselvajados, estarrecedores que aumentam o índice de maldade em razão da indisciplina arremessada por parte dos pais, a qual acarreta uma série de outros agravantes dentre os quais podemos citar: Crianças que utilizam meios de despistar a vigilância escolar para trazer para dentro das mesmas bebidas alcoólicas, drogas, alucinantes. De forma que deixa claro que a civilização contemporânea periclita nos seus alicerces, onde crescem as ameaças da agressividade e desrespeito a moral que assola desenfreada mente.
Sem dúvida estudiosos do comportamento, educadores, psicólogos, religiosos, pensadores e sociólogos vêm investindo seus melhores recursos na construção da nova mentalidade saudável em busca de vitórias para a reversão do quadro apavalhante, e nós educadores confiamos nos resultados futuras, em fase disso percebemos a preocupação de estarmos sempre procurando as famílias dos nossos educando para conversar, na tentativa de trabalhar a questão da indisciplina apartir dos pais.Sabemos no entanto que esse progresso é lento e exige sacrifício de todos os cidadãos que aspiram pela felicidade e harmonia não só nas escolas mais na comunidade como um todo.
Tais problemas se agravam mais talvez pelo fato de que as escolas públicas são hoje freqüentadas por populações escolares muito heterogêneas, contando no seu seio com um crescente número de alunos que provém de grupos sociais onde subsistem freqüentemente graves problemas de integração social, e a democraticidade do tratamento não elimina os problemas de socialização. Resultado: os problemas são transportados para dentro da sala de aula e até vistos como sinal dos tempos modernos. É comum também entenderem a indisciplina escolar como reflexo da pobreza e da violência presente na sociedade, de modo geral.
Outro fator que pode ser descrito como contribuinte e a ciência e a tecnologia, que respondem por muitas modificações das estruturas ultramontanas, suprindo a ignorância e o primitivismo, por serem usadas para o crime de várias denominações, especialmente dos veículos da mídia como: a internet, a televisão que penetra nas massas, usadas vergonhosamente e sem controle, oferecendo campo de vulgaridades e informações que preparam delinqüentes quentes e viçosos onde os jovens, crianças e até adultos tendem a copiar comportamentos vistos por ídolos.
Fatores que influenciam na indisciplina

Muitos atribuem a culpa pelo “comportamento indisciplinado” do aluno à educação recebida na família, assim como à dissolução do modelo nuclear familiar. Outros parecem compreender que a manifestação de maior ou menor indisciplina no cotidiano escolar está relacionada aos traços de personalidade de cada aluno, definidos desde o nascimento. Outra maneira de justificar a indisciplina na escola bastante presente no meio educacional é a tentativa de associar o comportamento indisciplinado a alguns “traços inerentes” à adolescência, como rebeldia, passividade, intransigência, incapacidade de cooperação, agressividade, entre outros.

Nesse sentido, o primeiro passo a ser traçado é a realização de uma análise no “embrião” do problema, ou seja, na origem da questão, é partir daí que se conhece os motivos que levam os indivíduos a comportar de forma indisciplinada.

Verificar os fatores que possam contribuir pra a indisciplina no espaço escolar.

No entanto devemos antes de julgar o comportamento de alguns, verificar a realidade da escola, da família, o psicológico, o social, além de muitos outros. Pois esses são alguns fatores que contribuem para a indisciplina, e que devemos também nos atentar para a estrutura familiar, nem todos os alunos pertencem a famílias, com recursos suficientes para uma vida digna. Normalmente, verificam-se situações diversas: os pais estão separados e o aluno vive com um deles; o aluno é órfão; o aluno vive num lar desunido; o aluno vive com algum parente; etc. Muitas vezes, essas situações fazem com que a criança tenha comportamento considerado inadequado, como nos remete Piletti (1984) considera, assim como diversos outros autores, que as primeiras experiências educacionais da criança, geralmente são proporcionadas pela família.

Nesse caso a família não oferece à criança um mínimo de recursos materiais, de carinho, compreensão, amor, o que pode acarretar as manifestações de indisciplina, e que até muitas vezes, podem ser expressas como uma forma de se mostrar para o mundo, mostrar sua existência, em muitos casos o indivíduo tem somente a intenção de ser ouvido por alguém, o que para muitos alunos indisciplinados a rebeldia é somente uma forma de expressão.

O que temos observado são alguns tipos de comportamento por parte dos integrantes das famílias dos educando da ETI, comportamentos inadequados mais que são considerados comuns na comunidade, o qual trazem conseqüências negativas para os educandos, por ter os pais o poder de influenciar na aprendizagem de seus filhos através de atitudes e valores que passam a eles, de forma que deixam o professor sem saber como lidar com tais situações de forma que percebo o quanto tem sido dificultado o trabalho do educador, não pelo despreparo do mesmo como cita alguns autores, mas também pela ausência da família no processo educacional das crianças e adolescentes hoje.
Diante desse fato posso aqui citar exemplos acontecidos na Escola de Tempo Integral, onde uma criança agride outra e essa que por sua vez já sabe que pode contar com a ajuda de um irmão mais velho, que com certeza já se interviu em outras situações semelhantes, a criança conta e este por sua vez vem esperar no outro dia a hora da saída dos educandos armando-se com objeto cortante, como forma de defender o irmão mais novo das agressões cofridas por uma outra criança, não sendo o bastante, as mães ficam sabendo do acontecido, mesmo por que a escola tem e deve informar o acontecido com o objetivo de juntos encontrarem soluções, no entanto somos surpreendidos quando estas se enfrentam de forma agressiva na frente das crianças.
Daí só nos resta à seguinte reflexão: o que podemos fazer enquanto educadores em fase de uma problemática desse nível? Sabendo que a criança é um reflexo do que vê? Daquilo que a família passa no longo dos anos, como nos remete o adágio supracitado com freqüência pelo Prof. Plinio Corrêa Oliveira, a fim de recordar a importância dos bons exemplos, os quais persuadem muito mais eficazmente do que as palavras, tal provérbio é de um valor capital, pois os filhos espelham-se nos pais; assim como forem os pais, normalmente serão os filhos.
“0 primeiro ambiente natural e necessário da educação é a família, precisamente a isto destinada pelo Criador. De modo que, em geral, a educação mais eficaz e duradoura é aquela que se recebe numa família bem ordenada e disciplinada, tanto mais eficaz quanto mais clara e constantemente aí brilhar sobretudo o bom exemplo dos pais e dos outros domésticos”. Trecho extraído da Encíclica Divini Illius Magistri,de Pio XI (31 de dezembro de 1929)

De forma que seja cômodo para alguns pensadores culpar o educador e falar de seu despreparo, enquanto que se tivéssemos famílias mais equilibradas, fazendo a sua parte em casa, dando exemplo de educação, no sentido amplo da palavra, não seria tão difícil para o educador, que hoje necessita ser psicólogo, terapeuta, pai, mãe, médico.

Dessa forma podemos salientar que a indisciplina na sala de aula tem muito com cultura de cada criança também, por exemplo, se os pais ensinam boas maneira a seus filhos evidentemente que ele agirá da forma com foi orientado em casa, agora se não há um acompanhamento sistemático da família fica ainda mais difícil resolver a questão pois a falta de educação das crianças na sala de aula nem sempre é culpa dos professores.O que vem de acordo com Tedesco quando diz que:
“A escola se constitui num pólo de referência e ampliação de uma identificação com a família para uma identificação mais geral com o grupo social externo, ou seja, na construção da identidade do ser social.” (Tedesco, 2002).
No que estou de acordo com Eliete online, no que parte da relação da escola com a família é fundamental nessa empreitada, quando diz que é papel da escola motivar a participação dos pais nas ações educativas da escola tendo em vista o desempenho da aprendizagem escolar e a superação de muitos problemas e dificuldades que são apresentados pelos alunos, considerando que esta estreita relação da família com a escola pode contribuir grandemente para o alcance dos objetivos propostos, e antes, por ser uma forma de valorizar e considerar a vivência dos educandos (ABROMAVAY, 2004).

Os professores juntamente com a coordenação e a gestão escolar, conhecendo os problemas de ordem familiar mais freqüente entre seus discentes como os desajustes em virtude de contextos sociais e econômicos conturbados, que agravam situações de ausência da família na vida das crianças e que, na maioria das vezes, podem estar relacionados com a indisciplina das crianças, devem debater reflexões e direcionamentos no sentido de romper o muro que separa a família da escola.

No entanto, o que se percebe por parte dos demais profissionais da educação (diretores, coordenadores, técnicos, etc.) muitos pais, quando provocados a analisar as possíveis causas da incidência desses comportamentos nas escolas, muitas vezes acabam por atribuir a responsabilidade somente ao professor. Nessa ótica, a origem da indisciplina está relacionada exclusivamente à falta de autoridade do professor, de seu poder de controle e aplicação de sanções. O problema parece reduzir-se à presença de maior ou menor “pulso” para administrar e controlar a turma de alunos, assim como aplicar medidas punitivas mais ou menos rigorosas. Nem é preciso ressaltar que, nesse caso, a idéia de autoridade confunde-se com autoritarismo.

Devemos parar para a analise de que a escola é um espaço, fora da família, onde se aprendem as regras da partilha, da cooperação, da solidariedade, da resolução de conflitos, é que deve ser um local sério, mas divertido, exigente, mas flexível e, sobretudo, um local de convívio onde fosse agradável estar, onde se pudesse aprender e crescer, pois é um espaço onde os alunos passam a maior parte do seu tempo, o que para muitos é considerada a sua segunda casa.

Por outra ótica percebemos que a escola não oferece espaços adequados para brincar ou correr nos intervalos. Diante disso, o espaço escolar fica limitado somente à sala de aula, como crianças e adolescentes detêm muita energia, a falta de locais para “gastar” essa energia conduz à indisciplina. O que vem de acordo com Sampaio 2000 quando nos diz que “a indisciplina parece aumentar, estendendo-se agora claramente, desde o primeiro ciclo até o secundário.

Espaço este que deve haver uma estrutura adequada para atender as necessidades dos educando de forma satisfatória espaço de descobertas e experiências, pois sabemos que quando este espaço e demasiadamente fechado, sem ventilação, onde não oferece para as crianças se socializarem com as demais são também fatores que contribuem muito para a questão em debate como nos remete Augusto Cury pag117. 2005.
“as crianças necessitam ter infância, precisam inventar, correr riscos, frustrar-se, divertir-se,se encantar com as pequenas coisas simples da vida.Não imaginam que as funções mais importantes dependem das aventuras de crianças”.

A indisciplina é culpa de quem?

Perante tais problemas é mais fácil para os pais e demais profissionais da educação culparem os professores enquanto os professores remetem a culpa para a família e para o sistema de ensino que os obriga a cumprir objetivos rígidos. No entanto em vez de procurar culpados importa perceber como o problema se iniciou e o que se pode fazer, atuando de uma forma remediativa, já que a prevenção ficou além do que seria desejado e resolvendo as dificuldades em conjunto com as partes interessadas como nos remete Daniel Sampaio (revista do jornal de notícias. 2000) quando vem escrito, critica incansavelmente aspectos como a rigidez da escola, a falta de articulação com outras estruturas entre muitos outros aspectos, salienta sempre que a escola não é apenas um local de instrução e referindo sugestões para possíveis, bem como necessárias intervenções (…).
Em consonância com este argumento, La Taille (1996, p.9) analisa que (…) crianças precisam sim aderir a regras e estas somente podem vir de seus educadores, pais ou professores. Os ‘limites’ implicados por estas regras não devem ser apenas interpretados no seu sentido negativo: o que não poderia ser feito ou ultrapassado. Devem também ser entendidos no seu sentido positivo: o limite situa, dá consciência de posição ocupada dentro de algum espaço social – a família, a escola, e a sociedade como um todo.

De acordo com Cury, nos fala que “os professores educam a emoção e trabalham nos solos da inteligência para que os jovens não adoeçam em sua mente, os educadores são os profissionais que mais contribuem para a humanidade. Todavia, eles estão em um dos últimos lugares na escala profissional. Acrescenta ainda que qualquer policial é tratado com mais dignidade que eles e reflete que o ponto mais triste é saber que os professores cuidam dos filhos dos outros, mais muitas vezes não tem recursos para educar seus próprios filhos”.
Logo seria de grande valia se todos os profissionais que fazem educação parassem de procurar culpados e se unissem em prol da solução do problema, já que a falta de comportamento dos educandos afeta não só o professor mais todo o sistema educacional.Com tudo segue uma lista de ações cabíveis que o professor pode desenvolver para melhorar a indisciplina, lembrando que ações como esta é cabível a toda comunidade escolar.

O que cabe ao educador fazer para melhorar a indisciplina.

• Se os motivos da indisciplina for extrínsecos à aula , tais como problemas familiares, inserção social ou escolar, excessiva protecção dos pais, carências sociais, forte influência de ídolos violentos, etc. Nestes casos o professor pouco pode fazer. No entanto existem outras causas que resultam de disfunções entre os alunos e a escola.

* Primeiramente, o professor deve identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos e estabelecer um diálogo pode ajudar muito neste sentido.

* Como segunda opção, e verificando na prática o educador sempre que possível procurar se aproximar da família dos educandos, pois ma maioria dos casos é necessário trabalhar com a família da criança, como forma de reforçar o que foi passado durante o tempo em que ficou na escola.
* Caso acham os tempos de estudo cansativos, o professor pode modificar, adotando atividades estimulantes e interativas. Esta atitude costuma gerar bons resultados.
* Em outras situações, a indisciplina ocorre a partir de uma situação de conflito e enfrentamento entre alunos e professor, alunos e colegas. Alunos e família, alunos e . Neste caso, o professor deve buscar conversar e ouvir os alunos. Cabe ao professor desfazer o clima de conflito e solucionar a situação.
* Outra boa sugestão é criar algumas regras comuns para o funcionamento dos tempos de estudo. O professor pode fazer isso com a ajuda dos próprios alunos. Dentro destas regras podem constar: levantar a mão e aguardar a sua vez antes de perguntar ou falar, fazer silêncio em momentos de explicação, falar num tom de voz adequado, etc.
* Com estas e outras atitudes, o professor vai ganhar o respeito de seus alunos. Este respeito é uma porta aberta para, através do diálogo com os estudantes, buscar soluções adequadas para melhorar as condições dos tempos de estudo na escola.

alguns passos para ajudar a combater a indisciplina com alunos

1 – Estabeleça regras claras
2 – Faça com que seus alunos as compreendam
3 – Determine uma sanção para a quebra das mesmas
4 – Determine uma recompensa para seu cumprimento
5 – Peça apoio de seus colegas de equipe
6 – Estabeleça estratégias em conjunto com a equipe; os alunos precisam perceber a hegemonia das atitudes
7 – Respeite seus alunos
8 – Ouça-os
9 – Responda ao que lhe for perguntado com educação e paciência
10 – Elogie boas condutas
11 – Seja claro e objetivo em suas intervenções
12 – Deixe claro que o que é errado é o comportamento, não o aluno
13 – Seja coerente em suas expectativas
14 – Reconheça os sentimentos de seus alunos e respeite-os
15 – Não lhes diga o que fazer; permita que cheguem às suas próprias conclusões
16 – Não descarregue a sua metralhadora de mágoas em cima deles
17 – Encoraje sempre
18 – Acredite no potencial de cada um e no seu
19 – Trabalhe crenças negativas transformando-as em positivas
20 – Seja afetuoso(a)

Para concluir.

Apesar da intensidade com que os problemas de indisciplina têm sido vivenciados nas escolas , devemos procurar melhorar nossa maneira de olhar os nossos educandos, acredito que o primeiro passo é procurar contribuir de forma significativa através de muitas leituras de excelentes livros que abordem o tema, pois será de fundamental importância para realização da transformação que tanto necessitamos nos nossos educandos.
Lembrando que nós educadores devemos nos atentar para as tendências naturais que temos de estar sempre justificando nossos defeitos com racionalismo, mesmo por que são artimanhas inconscientes, mas se faz necessário que reconheçamos a fundo esses defeitos em todas as suas potencialidades, haja visto que somos aquilo que conseguimos realizar e não aquilo que pretendemos. E que é através dos nossos erros que com certeza podemos aperfeiçoar o modo de evitá-las, de forma que contribua grandemente na educação de nossas crianças, formando cidadãos comprometidos com a dignidade e a decência.

Referências Bibliográficas

Revista Aprendizagem (setembro, outubro. 2007 pag. 44, 45, 46.)
Revista Reformador (nº 2174. Maio de 2010)
Psicologia do desenvolvimento (UEMA 2010.)
Revista Nova Escola (pag. 78 nº 226, outubro de 2009)
Revista Pátio (maio, julho de 2007 pag. 22, 23, 24)
Google
Augusto Cury (Pais brilhantes, professores fascinantes)
Augusto Cury (Professores brilhantes, alunos fascinantes)
Piletti (1984)
Prof. Plinio Corrêa Oliveira
Encíclica Divini Illius Magistri,de Pio XI (31 de dezembro de 1929)
Tedesco, 2002
Eliete online
ABROMAVAY, 2004
Daniel Sampaio (revista do jornal de notícias. 2000)
La Taille (1996, p.9)

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